Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vitima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um não. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Augusto Cury

sábado, 25 de dezembro de 2010

LINGUÍSTICA APLICADA AO ENSINO DA LÍNGUA MATERNA (L.M.)

O aluno precisa automatizar certas operações para adquirir proficiência na leitura. Basicamente o aluno deve reconhecer a palavra, o sentido e a estrutura da mesma.
As habilidades necessárias para o desenvolvimento de domínio da língua são quatro: Ler, Ouvir, Escrever e Falar. Para que o aprendiz se torne um bom leitor é necessário que o professor trabalhe textos interessantes, que apresentem uma linguagem de fácil entendimento para o aluno e que estes textos tenham relação com o contexto na qual o aluno está inserido.
O professor pode incentivar os alunos a se tornarem bons ouvintes, mostrando a estes que eles também estão sendo ouvidos, refraseando o que foi dito pelos alunos, contendo a compulsividade em querer falar antes que o colega finalize sua fala.
Para desenvolver a habilidade da escrita o professor pode incentivar o aprendiz a escrever mais, fazendo redações, resumos, relatórios, contando histórias do seu cotidiano, até mesmo organizando a criação de livros de autoria dos alunos, o que posteriormente pode-se fazer uma exposição dos livros e lançamento dos 'novos escritores'. Valorizar esta escrita dando ao aluno o feedback (comentário avaliativo), que deixe o aprendiz ciente de que seu trabalho escrito está bem e/ou pode melhorar.
O docente pode, também, incentivar o aluno no sentido de ser um bom 'falante', no sentido de se comunicar com coerência e coesão. Atividades como apresentações orais, seminários e debates, enfim, atividades que estimulem o aluno a se manifestar oralmente. E segue a mesma 'dica', faz-se necessário que o professor apresente ao aluno o feedback, para que o mesmo sinta segurança e estimulo para buscar aperfeiçoamento.
Lembrando que, todas estas habilidades, para serem desenvolvidas, partem, também, de um professor - leitor - ouvinte - escritor - falante.

Acredita-se que o ensino da Língua Materna é de responsabilidade de todos os professores e, não apenas dos professores de Língua Portuguesa. O aluno deve saber ler e entender o que está sendo lido, ou seja, ele precisa interpretar, conhecer o significado das palavras, o contexto, por isso os professores de outras disciplinas têm a responsabilidade de instruir seu aluno nesta prática de leitura e interpretação/compreensão. Se um aluno não consegue entender ou interpretar um problema matemático, de física, ou outro texto qualquer, ele será incapaz de resolver ou responder ao que está sendo pedido. Dessa forma, o ensino da L.M. é responsabilidade de todos, ou seja, todos os professores podem contribuir para uma formação de qualidade, fazendo com que seus alunos tornem-se seres 'pensantes ' e 'criticos' à medida certa.

Fala-se muito em interdisciplinaridade e ensino contextualizado, pode-se dizer que quando se ensina a gramática, partindo de assuntos de outras matérias ou assuntos que estejam relacionados ao contexto social é mais fácil para a compreensão do aprendiz.

Dentre muitas coisas que ouvia em sala de aula, lembro-me que certa vez ministrava aulas de Língua Inglesa e estávamos estudando as partes do corpo humano, e uma palavra muito comum, e acredito que VOCÊ já ouviu alguém pronunciá-la com a maior certeza de que é o correto: Brain = CÉREBRO, o que era pronunciado, CELEBRO. Impressionante que os alunos tinha convicção de que a pronuncia deles era a correta, é claro recorri ao dicionário para mostrá-los que nem sempre é o que parece...

Acredito que de alguma forma pude contribuir com a Língua Portuguesa...


sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

LINGUÍSTICA APLICADA AO ENSINO


A Linguística Aplicada (L.A.) seria um mediador entre descrições teóricas e atividades práticas diversas.

Segundo Halliday, McIntosh e Strevens, a L.A. utiliza as descrições feitas pela Lingüística para outra finalidade, fora da Lingüística.
Para Pit Corder, a L.A. pressupõe a Lingüística, é uma atividade e, não um estudo teórico, que utiliza os resultados de estudos teóricos para o ensino de línguas.
A L.A. é entendida como “o uso de matérias lingüísticas cujo conteúdo pode aprimorar o trabalho prático nas disciplinas que incluem o uso da linguagem”.



Tanto a Gramática Tradicional quanto a Linguística possuem conceitos formados em relação à questão 'erros'.
Para a Gramática Tradicional (G.T.) é considerado erro, tudo o que foge às normas e padrões da língua.

Ex.: Os menino saíram.

Nesse contexto a G.T. considera a frase incorreta, visto que, não há concordância entre artigo, sujeito e verbo.

De acordo com a Linguística, todo enunciado que foge ou não configura em nenhuma variedade linguística é considerado 'erro'

Ex.: A difícil está prova.

Os termos não estão ordenados, portanto, não transmitem nenhuma mensagem e não configura nenhuma variedade linguística.

Os PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS (PCNs) DE LÍNGUA PORTUGUESA refletem a influência da Linguística na concepção mais atual de ensino de Língua Portuguesa da seguinte forma, defendem que os livros ou textos trabalhados sejam de acordo com a realidade do aluno, considerando o conhecimento prévio do mesmo, havendo valorização das variedades linguísticas e língua falada, sem que haja preconceito.



Entende-se que a norma padrão da língua é o que se deve ensinar nas escolas. Para que esse ensino ocorra de forma crítica sem que cause 'trauma' no aprendiz, necessário é que sejam trabalhados textos, redações e, no ensino da língua falada (sem preconceitos ou uma variedade linguística estabelecida), leitura de revistas, jornais, etc.


Em muitos casos os formadores de opinião (autor/livro didático/professor) produzem um fechamento das possibilidades de trabalho com o ensino da Língua na escola, em algumas situações em que o ensino de língua abrange - leitura e produção de textos, atividades de reflexão sobre variação línguistica. Existem alguns livros que apresentam atividades, que não admitem outras respostas e, alguns professores, ao adotarem esses livros, não criam possibilidades para que o aluno possa refletir e buscar alternativas de resposta. Há professores que só aceitam as respostas sugeridas pelo autor, dessa forma, produz-se o fechamento do intelecto do aluno, fazendo com que as atividades sejam executadas mecanicamente.

DICAS DE ORGANIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS

Olá pessoal!
Hoje estava me lembrando dos tempos de faculdade e, em especial nos trabalhos acadêmicos, que é o alvo principal desse blog.
Lembrei-me da questão da organização do trabalho, isso também me fez pensar na época em que era professora. Como meus alunos apresentavam seus trabalhos.
É de suma importância o cumprimento das normas da ABNT quanto à estrutura do trabalho, mas também existe a questão 'estética' do trabalho. 
Vou explicar, expondo um exemplo pessoal. Certa vez tinha que fazer uma análise de um livro literário e, confesso a vocês que não estava com muito tempo pra pensar nesse trabalho, o que fez com que eu me esquecesse completamente. No dia anterior à entrega da análise fui trabalhar nesse 'projeto', lembrando que a professora era uma pessoa muito exigente, ou seja, se não fizesse um trabalho de qualidade... poderia considerar uma nota bem abaixo do desejado. 
Blz, fiz a análise seguindo todos os padrões exigidos, seguindo as normas ABNT, etc., no entanto, percebi que faltava algo, algo que 'impressionasse' minha professora, mas que também fizesse jus ao meu trabalho.
IDÉIA: mandei encaderná-lo... Resultado, além de receber elogios e mais elogios, a nota foi ótima.
É claro que o conteúdo estava de acordo com as exigências da docente, mas deve-se levar em consideração a 'embalagem'. Isso conta muito na apresentação de um trabalho. Uma simples encadernação fez meu trabalho apresentar-se mais sério...
Isto aplica-se a qualquer área de nossa vida, mas o que está em questão aqui é a vida acadêmica, portanto, acadêmicos do curso superior, alunos dos Ensinos Fundamental e Médio, etc., devem pensar nessa questão e considerar que seu trabalho pode e merece ser melhorado sempre, e isso depende do 'autor', VOCÊ.
Eu também observava muito a forma com que meus alunos tratavam os trabalhos que eram requisitados, uns caprichavam no conteúdo e na 'embalagem', outros até levavam a sério o conteúdo, no entanto, a estética era... sem comentários. E havia também os que não atribuiam importância a nada, o que fazia com que suas notas também fossem... NADA!

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

O QUE É MATEMATICA


Teorias das mais complexas contadas pelos matemáticos mais extraordinários sobrevoaram a mente humana de como a Matemática foi criada.

Uma definição formal de Matemática seria: a ciência abstrata do espaço, dos números e da quantidade.

A Matemática surgiu junto com a civilização humana. Quando o homem passou a viver em sociedade, surgiram várias necessidades novas.

Era preciso saber a data de plantar e de colher os produtos agrícolas, e para isso era preciso ter um calendário. Para ter um calendário, era necessário fazer medições e observações astronômicas.

À medida que a civilização foi se sofisticando, foi surgindo a divisão do trabalho. Cada pessoa fazia apenas o trabalho especifico para o qual havia sido ensinada ou a tarefa destinada à sua classe social, pois o início da civilização também foi o início das classes sociais.

As civilizações também passaram a trocar as mercadorias que produziam com outros povos. Para isso, tinha-se de avaliar valores, medir quantidades, fazer estimativas.

Para efetuar todas essas tarefas, o ser humano criou um instrumento muito engenhoso: o número.

Adição, Subtração, Multiplicação, Divisão, Raiz quadrada, Potência, Frações, Razões, Equações, Inequações, Termos, Leis, Conjuntos, etc,; Todos esses princípios e centenas de milhares de outros estavam dentro da ciência complexa difícil, explicável e lógica que se chamava Matemática, agora, era, uma ciência mundial, isto é, todo o Planeta Terra necessitava da matemática.

Homens Famosos na História da Matemática

Os primeiros grandes astrônomos e filósofos deram o essencial a essa complexidade. Vários deles se destacaram como os egípcios, sumérios, babilônicos e gregos. Grandes mentes surgiram desde esses princípios e inventaram ainda mais outros princípios mais complexos e mais difíceis.

O grego Tales de Mileto (624-546 a.C.) foi o primeiro a desenvolver um sistema de linhas imaginarias e perfeitas e a elaborar seqüências regulares de argumentos para as relações matemáticas.

Tales propôs alguns teoremas matemáticos como o de que o diâmetro de um circulo o divide em duas partes iguais, e o que estabelece que os ângulos da base de um triângulo isósceles são iguais.

Tales teria circulado a altura de uma pirâmide comparando a sombra desta com a sombra de uma vara fincada no chão. Foi o primeiro homem de que se tem noticia a afirmar que o brilho da Lua era resultado do reflexo da luz do Sol.

Pitágoras (582-497 a.C.) foi o primeiro homem a afirmar que a Terra era esférica. Foi o fundador da acústica, ao relacionar o comprimento das cordas de um instrumento musical ao som por elas produzido.

Também é atribuída a Pitágoras a descoberta das divisões inexatas. A raiz quadrada de 2, por exemplo, não pode ser determinada por nenhuma fração exata.

Pitágoras é lembrado como o autor do teorema que estabelece que o quadrado da hipotenusa de um triângulo retângulo é igual à soma dos quadrados dos catetos.

Euclides (cerca de 325 a.C.) demonstrou ser infinita a série de números primos e comprovou a irracionalidade da raiz quadrada de 2 (descoberta por Pitágoras).

Euclides condenou em seu livro Elementos todo o saber matemático de sua época.

A origem dos números

Apesar de serem os grandes matemáticos da Antiguidade, os gregos tinham algumas limitações. Não possuíam um sistema numérico adequado e não conheciam o número 0. Esses problemas só foram solucionados no inicio da Idade Média, com a invenção dos algarismos hindu-arábicos.

O matemático árabe Mohammed Ibun Musa Al-Khwarizmi (780-850) foi um dos primeiros a utilizar esses algarismos em seus tratados de Matemática, com base em um conjunto de símbolos que ele aprendeu com os hindus. Al-Khwarizmi foi o primeiro a utilizar em suas obras o números 0. O matemático árabe foi autor de um livro, no qual expôs suas teorias.

Quando esse livro foi traduzido para o latim o nome al-Jabr (transposição) foi traduzido como Álgebra, o ramo da Matemática que trata das soluções das equações por meio de supressões e transposições. O nome do matemático daria origem à palavra algarismo (Al-Khwarizmi).

A Matemática e seus avanços

A Matemática teve um avanço considerável com a descoberta do cálculo por Newton e Leibnitz no século XVII.

O cálculo se divide em dois tipos: o cálculo diferencial, utilizado para resolver problemas relacionados com a velocidade em que os fenômenos ocorrem, e o cálculo integral, que determina volumes e áreas irregulares e serve para resolver problemas relacionados à adição de infinitesimais.

O avanço da Matemática tornou o homem capaz de resolver problemas cada vez mais complexos e possibilitou o desenvolvimento da ciência.

Os mais recentes avanços da Matemática possibilitaram, entre outras coisas, o surgimento da Informática, que permitiu a invenção dos computadores.

Atualmente, a Matemática não é mais encarada como uma ciência abstrata que trata dos números e suas relações, mas uma ciência empírica, como a Química e a Física.

Concluímos que a Matemática foi criada para auxiliar no suprimento de várias necessidades dos primórdios.

Desde então tem avançado ao longo dos tempos, proporcionando não só o auxilio de solução de problemas, como no inicio, bem como no surgimento e avanço de outras ciências que necessitam da Matemática para que sejam desvendadas.

REFERENCIAS 
WIKIPEDIA. Historia da Matemática. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_da_matem%C3%A1tica
Acesso em: 30 ago. 2008



quinta-feira, 25 de novembro de 2010

A GUERRA DO BRASIL CONTRA AS DROGAS

"A GUERRA DO BRASIL CONTRA AS DROGAS" ESTÁ IGUAL A HISTÓRIA DA DRENAGEM DO PÂNTANO...

Certa empresa precisava, para construir uma estrada, drenar um pântano em um terreno muito difícil. O pântano era enorme e selvagem com plantas e animais em seu habitat natural. A equipe contratada para drenar o pântano era competente e motivada. Estava disposta a fazer tudo o que fosse preciso para realizar a obra.
Os primeiros dias de trabalho foram muito preocupantes. Os elementos da equipe constataram que o pântano estava repleto de jacarés, alguns dos quais medindo dois metros. Eles eram muito agressivos e inclusive haviam abocanhado o pé de um dos integrantes que ficou mutilado, mas permaneceu junto ao grupo cuidando da logística. Era uma questão de honra. “Precisamos acabar com os jacarés”, diziam eles. Mas, os jacarés infestavam o pântano e estavam mesmo dispostos a ficar. Os primeiros confrontos foram com paus e pedras, mas os bichos eram mesmo ferozes e continuaram fazendo vítimas. A equipe começou então a desenvolver táticas para eliminar o inimigo. Experimentaram caçar à noite com espingardas e lanternas e começaram a ter melhores resultados, mas ainda muito pequenos diante do problema. Os jacarés conseguiam sumir aos olhos da frustrada equipe. Cada jacaré capturado ou morto era comemorado pelos integrantes que cada vez mais se empenhavam em vencer o inimigo. Alguns elementos do grupo começaram a estudar os hábitos alimentares e reprodutivos dos jacarés e finalmente, DOIS ANOS após o início da empreitada, começaram um ataque fulminante que envolvia centenas de armadilhas e uma equipe de destruição dos ovos, o que finalmente eliminaria qualquer chance de recuperação da população. Enquanto comemoravam alegremente a vitória que estava prestes a ser alcançada, perceberam que estava exatamente no mesmo ponto em que começaram em relação à drenagem do pântano.

MORAL: ENQUANTO ESTÃO PREOCUPADOS COM OS "JACARÉS" ESQUECEM QUE A SOLUÇÃO É SIMPLES, BASTA DRENAR O PÂNTANO E OS "JACARÉS" DESAPARECERÃO...


sábado, 20 de novembro de 2010

O PROFESSOR ESTÁ SEMPRE ERRADO

prof016.gif image by cybergan38

O PROFESSOR ESTÁ SEMPRE ERRADO
Jô Soares

O material escolar mais barato que existe na praça é o professor!
É jovem, não tem experiência.
É velho, está superado.
Não tem automóvel, é um pobre coitado.
Tem automóvel, chora de "barriga cheia'.
Fala em voz alta, vive gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta.
Não falta ao colégio, é um 'caxias'.
Precisa faltar, é um 'turista'.
Conversa com os outros professores, está 'malhando' os alunos.
Não conversa, é um desligado.
Dá muita matéria, não tem dó do aluno.
Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca com a turma, é um chato.
Chama a atenção, é um grosso.
Não chama a atenção, não sabe se impor.
A prova é longa, não dá tempo.
A prova é curta, tira as chances do aluno.
Escreve muito, não explica.
Explica muito, o caderno não tem nada.
Fala corretamente, ninguém entende.
Fala a 'língua' do aluno, não tem vocabulário.
Exige, é rude.
Elogia, é debochado.
O aluno é reprovado, é perseguição.
O aluno é aprovado, deu 'mole'.
É, o professor está sempre errado, mas, se conseguiu ler até aqui,
agradeça a ele!

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

FRUTOS BONS



SATISFEITA, UMA DE MINHAS CLIENTES LÁ DO SUL ALCANÇOU MÉDIA 9,0. NO TCC QUE EU ASSESSOREI... 





sábado, 13 de novembro de 2010

VÍCIOS DE LINGUAGEM


Primeiramente, com certeza, antes de mais nada eu quero estar dizendo o quanto fico indiguinado com a falta de despreparo dos nossos homens da lei, os famosos adevogados, oficiais de justissa e até mesmo os juises que cometem uns erro de língua inperdoaveis.

Otro dia, por exemplo, um oficial chegou numa loja de penhora e começou a iniciar a escrever com ordens e métodos a seguinte reunião de palavras que formaram o seguinte:
“Penhorei uma mesa de comer velha de quatro pés...”
Eu não consigo esconder a minha indiguinação em relação a essa despreparação.

É por isso que eu se preparo para não cometer esses erro que deveriam ser deletado da nossa historia...


CORREÇÃO

Eu quero dizer o quanto fico indignado com a falta de preparo de homens como advogados, oficiais de justiça e até mesmo os juizes que cometem erros de língua portuguesa imperdoáveis.
Outro dia, por exemplo, um oficial chegou em uma loja de penhora e começou a redigir a seguinte frase:
“Penhorei uma mesa de comer velha de quatro pés...”
O que deveria ter sido: “Penhorei uma velha mesa de quatro pés que é utilizada nos momentos das refeições...”
Eu não consigo esconder minha indignação a respeito desse despreparo.
É por isso que me preparo para não cometer esses erros que deveriam ser apagados da nossa história...

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

QUAL É?



Qual sua posição em MISSÕES? Segurando a corda? Os mantenedores e intercessores. Dando orientações? Os pastores e apóstolos. Descendo pela corda? Os missionários. Chamando outros? Os mestres e profetas. Na água? Jesus é a solução para você! Você acha que não está representado no desenho. Olhe bem! Você pode estar sob a água! Quem não trabalha, dá trabalho!
Qual sua posição na Adoração? No altar? Em santidade! Ajoelhado próximo ao altar? Em santidade! Em pé na igreja? Solte a cadeira e adore! Sentado? Levante-se e adore ao Senhor! Indiferente? O joio não adora a Deus! Você acha que não está representado no desenho? Olhe bem, você pode estar do lado de fora!!

TRABALHO: DIGNIFICA OU DANIFICA O HOMEM

A questão do trabalho e suas implicações, como também, o estudo das relações que envolvem o capitalismo e a interferência dos aspectos social, econômico e político, interessaram especialmente ao pensamento marxista.
O complicado universo do trabalho, que se mostra como vital e ao mesmo tempo problemático, vem sendo objeto de análise de diversas áreas do conhecimento. O intuito dos pesquisadores tem sido no sentido de compreender os variados aspectos ligados a essa atividade, desde o ponto de vista do seu potencial emancipador até o da sua capacidade de envilecer o homem.
Em meados do século XIX, ao formularem suas premissas acerca das mudanças da história Karl Marx e Frederich Engels, romperam com o que chamavam de idealismo, concepção pela qual o ponto de partida de toda a história seriam as idéias ou os conceitos.
De acordo com Marx e Engels o principal representante desse pensamento idealista seria Hegel, segundo o qual o auto-desenvolvimento dos conceitos é o que determina o devir histórico. Ao romperem com essa concepção formulam o Materialismo Histórico, como um método científico de análise da história, partindo não mais das idéias, mas da realidade concreta.
A premissa de toda história dos homens é o fato da existência destes, enquanto seres vivos reais, nesta premissa funda-se o materialismo histórico. Dessa forma, os pensadores procuraram investigar quais as reais condições de existência da humanidade, para poderem explicar a realidade.
Para compreender a história Marx e Engels precisavam descobrir a essência humana, o que o tornava um ser, distinto dos demais. Nesta investigação surge uma das categorias mais importantes do materialismo histórico, sobre a qual Marx e Engels desenvolveram todo o seu conceito de homem e de sociedade: o trabalho.
            Segundo eles o homem se diferencia dos demais animais fundamentalmente pelo fato de produzirem os seus próprios meios de existência.
            Para Marx e Engels, o trabalho era a forma de mediação entre o homem e a natureza, o que o leva a relacionar-se com a natureza e interagir-se com ela no sentido de consolidar a sua própria condição de existência. É através do trabalho que o homem se constitui enquanto ser social e relaciona-se com os outros homens.
            O trabalho pode ser compreendido como o elemento fundante da vida humana, ou seja, o momento em que os homens tornam-se seres humanos. Ademais, é através do trabalho que os homens, ao mesmo tempo, transformam a natureza, seu próprio meio, e também transformam a si mesmos.
            É nesse sentido que a centralidade da categoria do trabalho, como elemento mediador da atividade humana com a natureza e sociedade apresenta-se como o escopo para compreender as dimensões da complexidade definidora do atual modelo social e suas implicações socio-ambientais.
Assim, entende-se que, o trabalho pode ser considerado como o momento crucial da vida humana, o ponto de partida do processo de humanização. Contudo, a sociedade capitalista o transforma em trabalhador assalariado, alienado, produto do trabalho fetichizado. O que era uma finalidade central do ser social converte-se em meio de subsistência. O que deveria ser uma libertação torna-se uma necessidade. A força de trabalho é considerada mercadoria - ainda que especial - cuja finalidade é produzir novas mercadorias e valorizar o capital.
Por conseqüência natural, o trabalhador decai à situação de mera mercadoria, é coisificado, torna-se um ser estranho, um meio de sua existência individual à mercê do capital. O que deveria ser fonte de humanidade se converte em desrealização do ser social, alienação e estranhamento dos homens e mulheres que trabalham. Deste modo, o trabalhador não mais se satisfaz no trabalho, mas se degrada; não se reconhece, ao contrário, muitas vezes se desumaniza no trabalho.


Nesse sentido, percebe-se duas faces do trabalho. A que dignifica o homem, proporcionando-lhe realização e participação do projeto e realização do produto do seu trabalho. Como afirma Aristóteles, o trabalhador não é apenas a causa eficiente, ele participa também da destinação, da causa final do seu trabalho, além da escolha da causa material e formal. Sob esse prisma, o trabalho é uma atividade tipicamente humana, ou seja, o homem busca constantemente a perfeição, o trabalhador faz uso da sua razão.
            Por outro lado, tem-se a questão do trabalho que danifica o homem, ou seja, o trabalho que aliena o homem ou escraviza-o. O trabalhador perde o controle sobre o projeto do trabalho e sobre os seus benefícios: isto é alienação do trabalho, onde as tarefas, para o homem, tornam-se repetitivas e monótonas.

A mudança qualitativa produzida no trabalhador durante a experiência de trabalho se realiza através de um método intencional de organização social e política, que avança na produção de uma cultura do coletivo e da tendência à superação das relações alienadas no trabalho, fazendo com que os trabalhadores se reconheçam no processo do trabalho, no seu produto, como também no âmbito das relações sociais construídas. A potencialidade do trabalho se evidencia no processo de produção desta cultura, em oposição ao modo de reprodução social do capital que subordina o trabalhador à alienação e ao total descontrole da produção material e das decisões políticas.
A dialética do trabalho, o movimento da afirmação e da negação dos homens no constante processo de criação de individualidades e sociabilidades históricas que materializam a reprodução do ser social, não deve estar isolada da totalidade da práxis social. A cultura, a política, a ideologia, a ética são mediações fundamentais que marcam a historicidade da vida social e a relação existente entre indivíduo e gênero humano. Não se pode esquecer que estas mediações, assim como o trabalho, também estão determinadas por processos contraditórios, delimitando particularidades e complexidades no conjunto das relações sociais de uma época histórica.
O capital, na sua auto-valorização destrutiva, renova sua imposição como relação social hegemônica, que domina o conjunto das relações humanas. O mundo do trabalho, constantemente reorganizado em função da expansão dos valores de troca, da concentração de riqueza, de conhecimento e de poder, está marcado pela reprodução de relações sociais de violência, de alienação e desumanização. A barbárie intrínseca à lógica de reprodução do capital assume na atualidade a forma histórica de uma identidade incontestável, justificando os diversos níveis dos atos de violência que atravessam a sociedade como próprios da “natureza humana”.
A afirmação como a negação do trabalho é produzida pela práxis de sujeitos históricos concretos, criando assim uma cadeia temporal de alternativas, de escolhas e de determinações, que marcam tanto o processo de alienação, quanto de humanização dos homens.


REFERÊNCIA 
ANTUNES, Ricardo (Org.) A Dialética do Trabalho. Escritos de Marx e Engels. São Paulo: Expressão Popular. 2004.

INFORMÁTICA: O FUTURO DA PROFISSÃO

À medida que o ser humano passou a viver em grupos sociais maiores e mais complexos, teve a necessidade de armazenar e processar uma quantidade crescente de dados. Essa necessidade fez com que o intelecto humano criasse meios cada vez mais rápidos e eficientes para trabalhar com esses dados.
Com a revolução da sociedade humana e as conquistas tecnológicas, as formas encontradas para o armazenamento de dados foram ficando cada vez mais complexas e capazes de processar uma quantidade maior de informação. Assim, a humanidade partiu de engenhos simples chegando á atualidade com moderníssimos computadores, capazes de efetuar as mais variadas tarefas.
Nesse sentido, o presente trabalho objetiva analisar a situação do Profissional em Informática, profissional este, de suma importância cujo perfil vem mudando desde a abertura do mercado no início dos anos 90, onde sua atuação se baseava na montagem/instalação e configuração dos micros, sendo muito requisitado devido ao fato da escassez de técnicos especializados no mercado. 
Evolução da Informática e a Formação Profissional
Tendo em vista a existência de uma revolução na área de Tecnologia da Informática (TI), onde há novas soluções, produtos e equipamentos surgindo a cada dia, sendo necessário ao profissional atuante na área, uma atualização freqüente.
É notório que, o profissional da área de informática, tanto da parte de suporte/infra-estrutura, quanto da área de desenvolvimento/sistemas precisam estar preparados para esse competitivo e difícil mercado atual, que carece de mão de obra de qualidade.
Com o passar do tempo as redes locais nas empresas foram surgindo, os sistemas operacionais e softwares mais bem elaborados e os técnicos precisaram se adequar. Atualmente, existem as redes sem fio, programa de incentivo do governo que geraram uma venda de micros nunca vista no país e a popularização do sistema operacional Linux, com isso o técnico precisa novamente buscar atualização para se sobressair nesse mercado onde existe uma proliferação de "técnicos" formados através de fóruns de discussão e revistas do tipo "faça você mesmo".
            Segundo Vasconcelos (2010), os anos 70 denotam a pré-história dos microcomputadores, os anos 80 foram a idade média. Muita coisa precisava ser feita pelo próprio usuário. Por exemplo, comprava-se um micro sem software algum, e o usuário desenvolvia os programas necessários, e linguagem BASIC na maioria dos casos. A computação profissional já estava muito evoluída, baseada em mainframes. Mas na microinformática, muita coisa precisava ser feita. Os micros tipo PC eram caríssimos. A computação pessoal era baseada em micros mais simples, de uso doméstico, como MSX e similares. O técnico precisava ser um estudioso, para entender e resolver os problemas.
Infelizmente muitos basearam sua formação em estudos do tipo "aprendi na Internet", ao invés de usá-la como um complemento para divulgação de conhecimentos, macetes e notícias atualizadas. Existe deficiência de formação sólida. Portanto, cabe ao profissional de informática se especializar.
Quando se fala em Mercado de Trabalho, ser um "profissional de informática" é algo muito relativo e complexo, pois a informática abrange uma grande gama de setores, os quais exigem grande conhecimento e domínio de ferramentas só empregadas àquele setor. Na maioria das vezes, ter um diploma de curso superior ou até mesmo uma pós-graduação não significa que se tem o conhecimento completo da área em que se forma. Ao contrário, uma pessoa autodidata, que se mantém atualizada quanto às tendências de mercado e às novas tecnologias, possui igual ou maior conhecimento do que um profissional com vários anos de formação.
Regulamentação da Profissão e o Futuro do Profissional de Informática
Em 5 de março de 2008 foi aprovado parecer favorável ao projeto de lei que regulamenta o exercício das profissões de Analista de Sistemas e Técnico de Informática. Este projeto estava há alguns anos na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) do Senado Federal e seu parecer foi aprovado. A proposta agora será encaminhada à Comissão de Assuntos Sociais (CAS), na qual receberá decisão terminativa. As primeiras propostas neste sentido foram apresentadas em 2003.
O parecer excluiu da proposta a possibilidade de criação de conselhos federal e regional de informática, pois isto poderia dar margem ao projeto ser vetado pela Presidência da República. Os Analistas de Sistemas e Técnicos de Informática poderão optar pelo vínculo a algum conselho ou confederação já existente com o qual a profissão tenha pertinência.
De acordo com a proposta, a profissão de Técnico de Informática, o projeto determina a comprovação de diploma de ensino médio ou equivalente de curso técnico de Informática ou de Programação de Computadores. De acordo com o projeto esses diplomas devem ser expedidos por escolas oficiais ou reconhecidas.
Portanto, um dos maiores impactos deste projeto de lei é que, como em outras profissões regulamentadas, essas atividades acima citadas passam a ser exclusividade dos profissionais formalmente habilitados, o que é um ponto positivo, pois, como citado anteriormente, muitos se autodenominam técnicos sem ao menos fazer um curso, o que prejudica em muito aqueles que têm buscado preparo em órgãos competentes e reconhecidos.
No entanto, em 05 de novembro de 2008, por requisição do senador Jarbas Vasconcellos, o PLS 607/27 foi enviado à CCJ para ser discutido em Audiência Pública, ocorrida em 11 de novembro de 2008, e posteriormente votado pela Comissão.
Em 18 de agosto de 2009, o PLS foi aprovado pela CCJ nos termos do substitutivo do senador Marconi Perillo e então devolvido à CAS, onde recebeu uma emenda substitutiva do seu autor, senador Expedito Júnior, que procura, por meio desta emenda, restaurar sua proposta inicial, com a criação do conselho de profissão para a Área de Informática.
Em 02 de outubro de 2009, a senadora Lúcia Vânia propõe uma emenda ao PLS 607/2007 para modificar a alínea I do Art. 2º para: "I – os possuidores de diploma de nível superior em Análise de Sistemas, Engenharia de Software, Ciência da Computação ou Processamento de Dados, expedido por escolas oficiais ou reconhecidas;".
O texto original do substitutivo do senador Marconi Perillo é: "I – os possuidores de diploma de nível superior em Análise de Sistemas, Ciência da Computação ou Processamento de Dados, expedido por escolas oficiais ou reconhecidas;"; e o da emenda do senador Expedito Júnior é: "I – os possuidores de diploma de nível superior em Análise de Sistemas, Informática, Ciência ou Engenharia da Computação, Processamento de Dados e Sistemas ou Tecnologia da Informação, expedido por escolas oficiais ou reconhecidas;".
Em 30 de outubro de 2009, o senador Expedito Júnior, autor do PLS 607/2007, foi declarado, por decisão judicial, impedido de exercer seu mandato no Senado.

Pode-se dizer que desde o início da Criação o homem vem evoluindo e nesse processo de evolução muitas coisas foram criadas. Como citado na introdução, os computadores e consequentemente o sistema de informações, foram criados em função da necessidade humana em organizar-se. Para tanto, fez-se necessário que para acompanhar esse avanço tecnológico o homem também avançasse intelectualmente. No que diz respeito à Técnica em Informática, hoje existem sites que fornecem informações onde os usuários dessa tecnologia podem tirar suas dúvidas e/ou até mesmo arriscar a manutenção de seu PC.
No entanto, deve-se levar em consideração que os verdadeiros Profissionais de Informática, estão se capacitando e buscando estarem cada vez mais informados sobre as novidades do mercado de Tecnologia de Informação, para que assim, possa-se oferecer um serviço de qualidade e garantia.
Necessário é que as autoridades observem essa situação e permitam que esses profissionais tenham seu lugar reconhecido e que os “autodidatas” também busquem sua qualificação.

REFERÊNCIAS
ATLAS Interligado. São Paulo: Didática Paulista, 2004.

BIGONHA, Roberto da Silva. Regulamentação Da Profissão De Informática. Disponível em: <http://homepages.dcc.ufmg.br/~bigonha/Sbc/plsbc.html.> Acesso em 12 abril 2010.


VASCONCELOS, L. Consertando Micros. 2. ed. Rio de Janeiro: Laércio Vasconcelos Computação, 2010. 491 p.

KARL MARX E A HISTÓRIA DA EXPLORAÇÃO DO HOMEM

  KARL MARX Nasceu em Treves, na Alemanha (1818-1883). Doutorou-se em Filosofia. Foi redator de uma gazeta liberal em...