Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vitima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um não. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Augusto Cury

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domingo, 24 de outubro de 2010

Anorexígenos

 A busca pelas medidas perfeitas

A rotina do homem tem sido marcada pela correria em função do trabalho, estudos, etc. Com toda essa correria não há tempo para uma alimentação saudável e balanceada, assim, o famoso “fast food” torna-se a opção mais viável, e também não há oportunidade para a prática de atividades físicas. Dessa forma, o sedentarismo vem ganhando status e, conseqüentemente a obesidade tem se tornado um dos “males desse século”.
Muitos procuram o caminho mais fácil para a eliminação das calorias em excesso: os anorexígenos.

Anorexígenos ou moderadores de apetite são medicamentos à base de anfetamina, com a finalidade de induzir a falta de apetite, ou seja, são os tão solicitados remédios para emagrecer. Esses remédios podem causar efeitos colaterais como: humor instável, dor de cabeça, depressão nervosa, irritabilidade, dentre outras. Tais efeitos dependem do tempo de uso e do organismo de quem usa.

Como citado, a função dos anorexígenos é inibir a fome, dessa forma, a substância química envia uma mensagem para o cérebro “dizendo” que o organismo está saciado, o cérebro, por sua vez, envia uma mensagem de saciedade para o corpo. Na falta de uma alimentação adequada o organismo passa a utilizar a energia (calorias) existente no corpo. No entanto, com o passar do tempo o corpo torna-se debilitado, porém aquele processo de envio de mensagem do cérebro para o organismo continua, assim, permanece a ausência de fome.

Geralmente os moderadores de apetite, dentre outras substâncias químicas, trazem, além da anfetamina, que é um estimulante, um outro composto químico, para reduzir a ansiedade. A fluoxetina, por exemplo.
Observe a combinação: Estimulante x Ansiolítico (calmante), a quem o cérebro vai atender? Vai ficar estimulado (ligadão) ou vai se acalmar?

Além dos possíveis efeitos colaterais e da dependência, os anorexígenos produzem uma temporária perda de peso, pois, logo que o organismo se acostuma com o remédio começa a não responder aos impulsos do mesmo, assim a fome se torna maior, o organismo passa a reter as calorias e acontece o chamado “efeito sanfona”. Muitas pessoas não só recuperam o peso como adquirem mais gordura do que antes.

Muitos nutricionistas e psicólogos, dentre outros profissionais de saúde, são contra o uso de anorexígenos, em conseqüência da possível dependência por eles causada, para esses profissionais o ideal é que se faça uma reeducação alimentar acompanhada de exercícios físicos, tudo seguindo orientações médicas, claro.

O profissional de nutrição avalia o quadro clínico do paciente e assim programa a dieta enquanto o médico avalia o paciente indicando o melhor tipo de exercício físico a ser praticado.



Com a reeducação alimentar e atividades físicas o organismo readquire equilíbrio, pois a reeducação alimentar visa dar ao organismo os nutrientes necessários para seu bom funcionamento, enquanto que, as atividades físicas auxiliam no processo de eliminação das calorias e no bom condicionamento do corpo.

"PERSUASION", Romance inglês escrito por JANE AUSTEN

Anne was the second daughter of Sir Walter Elliot. She lived at Kellynch Hall, in Somersetshire with her father and her sister Elizabeth.
She was very clever and a beautiful girl, but her father didn’t love her. Sir Walter was a handsome man but he wasn’t aclever man, he spent his money with things for the house. So one day he understood, he didn’t have much money.
So, Sir Walter talked to Elizabeth, so she spoke to the family’s friend, Lady Russel. She asked her friend, Mr. Shepherd, and he advised them to move to a small house.
Sir Walter decide to move to Bath. Anne didn’t like Bath, but her father was decided.
One day Lady Russel’s friend, Mr. Shepherd, met a men called Admiral Croft and his wife, Mrs. Croft. They wanted to find a house in Somersetshire.
Mrs. Croft had two brothers, the oldest called Frederick Wentworth. He loved Anne, so did she. Some years before they fell in love, but Sir Walter didn’t want their marriage. The Crofts sold the Elliot’s house and in some days Capitain Frederick Wentworth came to visit them.
Anne had a sister called Mary, she was married with Charles Musgrove, they lived in the village of Uppercross, so Anne went to Uppercross to stay with Mary and her husband. Charles had two sisters, Henrietta and Louisa. They were friends of Anne.
One day the Crofts came to visit the Musgroves and they said Capitain Wentworth was caming to stay with them. So Anne was very eager. All girl were excidet for the news.
When Capitain Wentworth arrived at Kellynch Hall, Mr and Mrs. Musgrove invited him and the Crofts to come to dinner with them at Uppercross. When Capitain Wentworth and Anne met, he was polite and cold with her. But he talked and laughed a lot with Henrietta and Louisa.
One day Capitain Wentworth invited the Musgroves, Anne, Henrietta and Louisa to visit one friend in a small town of Lyme. So they travelled by carriage and arrived there after twelve o’clock. There were many attractives things.
They went to walk and when they arrived in they hotel, at the door of the hotel, they met a gentleman coming out. they didn’t know him, but he was Anne’s cousin. He called William Elliot. He was very gentle with Anne, so Capitain Wentworth didn’t like this.
Next day, they went to walk int he beach, and Louisa wanted to jump down from the wall, but she fell and her head hit the beach. She didn’t move. Soon she was help.
After the accident, Anne travelled to Bath. It was a dark day. When she arrived her father and her sister were happy. They talked about their neighbours and about Mr. Willian Elliot. Anne didn’t understand why Mr. Elliot was interested in them, but they were always talking. But Anne thought about Capitain Wentworth, she believed Frederick was in love with Louisa.
So, she received Mary’s letter with news about Louisa. She was better and was in love with Capitain Benwick, so Anne was very happy.
One day Anne and Capitain Wentworth met in a teashop, and she was with Mr. William. After they met in the theatre, but they didn’t reveal their love.
So, one day, in the morning, Anne went to visit her sister and her brother-in-law, at the hotel and the Capitain Wentworth was there writing a letter. He finished and stood up, ready to leave.
The letter was to Anne. The Capitain Wentworth revealed his love for her. 
After this, they met again and all lived happy!

"FRANKENSTEIN", Romance inglês escrito por MARY SHELLEY

THE PROCESS OF HUMANIZATION OF THE MONSTER

Victor Frankenstein built a monster with parts of body dead people. He didn’t think about personality or sentiments, he only wanted to accomplish his plan: to revive people.
When his work was finished, he saw that it was frightening, so he abandoned his creature.
When the monster was alone, it left the laboratory and went to the streets. There the people saw it and were frightened, some people attacked the monster, so it went to places where nobody saw and attacked it.
First the monster felt hunger, then it felt cold, this was the first indication of humanization of the monster, because it sought a shelter and food.
When it was attacked, it was unhappy and frightened, so it started to watch a family that lived near it. It saw that the people were kind, so it learnt to love. But it was rejected again, so it learnt to hat, too.
The mosnter was revolted and started to seek its “father”. When it met him, it questioned why it was abandoned. Why it was so ugly and frightening, and why it was alone. The people didn’t like it, they felt terror.
So the monster saw that if it attack the people that Victor loved it was destroing him. 
This revolt is a human’s sentiment, when feel us rejected, so we revolt. The monster knew the good and the bad. It learnt to love and it learnt to hate.
This process of humanization of the monster. We have to think before acting.
The monster was sorry for its action and punished itself with death. However it showed a caracteristic of all human: the revolt.

EJA E A TEORIA SÓCIO-CULTURAL VYGOTSKYANA

A EJA que é um sistema de ensino utilizado para a adaptação de jovens e adultos na educação, tem o objetivo de desenvolver os ensinos fundamental e médio de qualidade para cidadãos que se encontram fora da idade escolar. A EJA é regulamentada pelo artigo 37, da lei nº 9394 de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases - LDB).
A EJA teve seu inicio bastante conturbado, pois para muitos políticos a eliminação do analfabetismo deveria se dar na educação infantil, com um ensino de qualidade. Para aqueles, os adultos analfabetos já não tinham mais solução nem direito à educação. Porém, devido à luta de outros políticos firmou-se a lei que regulamenta a Educação de Jovens e Adultos, proporcionando a estes condições de estudar.
 O processo de ensino-aprendizagem é composto por muitas variáveis. Tais como: metodologia e recursos, instrucionais, as diferenças individuais do aprendiz (classe social, aptidão, idade, estilo cognitivo, etc.), o contexto da aprendizagem, características do professor, etc. São aspectos que devem ser considerados justamente para a definição dos objetivos pedagógicos, do conhecimento do aluno, etc, para assim realizar o planejamento que será posto em prática.
Sendo assim, estudaremos as definições de desenvolvimento, mediação e aprendizagem tendo como base os pressupostos teóricos do autor soviético Lev Semenovich Vygotsky, um dos estudiosos que estruturou sua teoria baseando-se no desenvolvimento do aprendiz como resultado de um processo sócio-cultural, dando ênfase ao papel da linguagem e da aprendizagem nesse desenvolvimento. Vygotsky classifica sua teoria como histórico-social, centralizando-a na aquisição de conhecimentos pela interação do sujeito com o meio.
Segundo Rego (2002), Vygotsky acreditava que o ser humano se constitui enquanto tal, a partir da interação social. Para Vygotsky, a cultura molda o funcionamento psicológico do homem. Na relação do homem com o mundo, mediado por instrumentos e símbolos desenvolvidos culturalmente, ele cria as formas de ação que o diferenciam de outros animais. Assim, a compreensão do desenvolvimento psicológico não pode ser buscada em propriedades naturais do sistema nervoso. Segundo a teoria vygotskyana, o cérebro é um sistema aberto cuja estrutura e formas de funcionamento são moldadas ao longo da história da espécie e do desenvolvimento individual.

O desenvolvimento está relacionado ao contexto sócio-cultural em que a pessoa se insere e se processa de forma dinâmica através de rupturas e desequilíbrios provocadores de contínuas reorganizações por parte do indivíduo. As interações com o grupo social e com objetos de sua cultura passam a governar o comportamento e o desenvolvimento do pensamento do indivíduo. (REGO, 2002 p.58)

Portanto as funções psicológicas humanas se originam nas relações do homem e seu contexto sócio-cultural. A pessoa internaliza os modos determinados ao longo da história humana e do costume de produzir com informações através das mediações simbólicas, ou seja, sistemas de representação da realidade, tendo como destaque a linguagem.
Para Vygotsky, o homem, enquanto sujeito do conhecimento, não tem acesso direto aos objetos, mas acesso mediado, através de detalhes do real, produzidos por sistemas simbólicos dos quais possui. A teoria vygotskyana dá ênfase à construção do conhecimento como uma interação mediada por diversas relações, assim, o conhecimento não é visto como uma ação do sujeito sobre a realidade, e sim pela mediação feita por outros sujeitos.
Como dito anteriormente, o homem tem seu desenvolvimento através da mediação simbólica, tendo como principal elemento a linguagem que é um sistema simbólico dos grupos humanos e representa um avanço na evolução da espécie. É através da linguagem que o homem adquire formas de lidar com objetos do mundo exterior. É também por meio da linguagem que as funções mentais superiores são formadas socialmente e transmitidas através de sua cultura.
De acordo com Rego (2002), a teoria vygotskyana mostra que a cultura constitui parte da natureza humana, por isso propõe o estudo das mudanças que ocorrem no desenvolvimento mental, partindo da inserção do sujeito em um determinado contexto cultural, originado da interação com os membros do seu grupo e de suas praticas sociais.
Essa interação ocorre principalmente através da linguagem, que por sua vez, como elemento mediador, permite a comunicação entre indivíduos e, conseqüentemente, através dessa interação, possibilita o desenvolvimento do individuo. Portanto, o uso da linguagem é determinado pela natureza sócio-interacional, uma vez que quem a usa considera as pessoas envolvidas no processo de interação, atuando no mundo social em um determinado momento e espaço.
Tendo o desenvolvimento humano origem nas constantes interações com o meio social no qual vive, entende-se então, que “o desenvolvimento do psiquismo humano é mediado pelo outro” (REGO, 2002 p. 60). Então o desenvolvimento do ser humano depende do aprendizado realizado num determinado grupo.
Segundo a teoria vygotskyana o aprendizado é um elemento necessário e fundamental no desenvolvimento das funções psicológicas superiores. “O aprendizado possibilita e mobiliza o processo de desenvolvimento”. E ainda, “o aprendizado constitui-se como necessário e universal para o desenvolvimento humano” (REGO, 2002 p. 53)
Dessa forma podemos concluir que o homem não constrói sozinho a sua aprendizagem, sendo necessária a intervenção do mundo exterior para que o ser humano possa interiorizar suas informações e daí exteriorizá-las de forma a se comunicar com o seu grupo, ocorrendo assim o processo de ensinar e aprender.

Como vimos anteriormente a EJA é um sistema de Educação voltado para jovens e adultos que não tiveram acesso ao ensino normal, ou seja, estiveram fora da escola no período de sua infância, não podendo iniciar ou dar continuidade e concluir seus estudos.
De acordo com o que vimos sobre a teoria vygtskyana entendemos que é através da interação entre indivíduos que suas informações são trabalhadas e conseqüentemente compartilhadas com o grupo.
No sentido da EJA onde cada ser individualmente trás consigo experiências vividas, culturas e pensamentos diferentes, ao se inserirem em um determinado grupo social poderá ter suas experiências, cultura e pensamentos trabalhados dentro do grupo, havendo assim a transformação necessária para o desenvolvimento de cada um e desencadeando, assim, o processo de aprendizagem. Dessa forma o aprendiz não é apenas ativo, mas, é também interativo, pois forma conhecimentos e se constitui a partir das relações intra e interpessoais. Nessa partilha com outros aprendizes e consigo próprio que se vão internalizando conhecimentos e funções sociais. Nesse sentido, a escola é o lugar onde a intervenção pedagógica intencional desencadeia o processo ensino-aprendizagem.
Como elemento principal na mediação temos o professor que tem a incumbência de interferir no processo, provocando avanços nos alunos.
Ainda de acordo com a teoria de Vygotsky, reconhecemos a importância da atuação dos outros membros do grupo social na mediação entre a cultura e o aprendiz, porque, como vimos anteriormente, a intervenção dos membros do grupo é essencial no processo de desenvolvimento.
Nesse contexto o aluno não é apenas a personagem da aprendizagem, mas também, o que aprende juntamente com o outro o que seu grupo social produz, ou seja, valores, linguagem e conhecimento.

O trabalho aqui apresentado pretende contribuir para uma melhor compreensão acerca do processo de ensino-aprendizagem na Educação de Jovens e Adultos - EJA.
Um dos aspectos verificados nesse trabalho, o processo de desenvolvimento do homem através de sua integração em um determinado grupo social.
Concluímos que o processo de desenvolvimento e, conseqüentemente, o processo de aprendizagem dependem da inserção do aprendiz em um grupo social onde a função de cada um e principalmente do professor será de mediador do conhecimento prévio individual. Entendemos que o professor tem a função de orientar o aprendizado a fim de acelerar o desenvolvimento potencial do aprendiz, tornando-o real. Assim, o ensino passará do grupo para o individuo. Ou seja, o ambiente influencia a assimilação das atividades cognitivas no aprendiz, de forma que o aprendizado origine o desenvolvimento.

"JANE EYRE" Romance inglês escrito por CHARLOTTE BRONTË

Social problems have always been good themes to English writers. We know great novels, and all fo them tell about the daily life.
From 1837 to 1901, the English people lived a period of “prosperity” and “peace”, it was the Victorian age. But the social problems didn’t finish. The rich people lived very weel, while the poor people lived in bad conditions.
Poor children lived in bad schools while rich children learnt their lessons in their homes. Behind this “prosperity” and “peace” there was much misery. So many books were written about this theme.
In this time women’s stories weren’t published, but there were many female writers. So about 1850, there came a novel by Currer Bell, this novel is called “Jane Eyre”. 
But, who was Currer Bell?
Her true name was Charlotte Brontë, she wrote about a Young woman called Jene Eyre, a governess that dreamt about being happy.
Charlotte Brontë wrote about her own life. She was clever but she wasn’t beautiful and she was very unhappy. She lived in a school, then she was a governess.
Now, we are going to know Jane Eyre’s story 
When the story starts, Jane Eyre was tne years old. Her father and mother had died. She lived with her aunt and uncle, Mr. and Mrs. Reed. Their house was in Yorkshire, in the north of England. It was called Gateshead Hall.
Jane decided to leave Gateshead Hall, then she went to a school called Lowood. This school was very poor and the children didn’t have enough food, so many children were ill. But Jane lived there for many years.
When Jane was eighteen years old, she wanted lo leave Lowood, she decided to be a governess. She put na adversement in a newspaper. Soon she had a reply, it was from Mrs. Fairfax of Thornfield Hell. So, Jane wrote to Mrs. Fairfax and went to Thornfield.
Jane went to be a governess and to take care of Adéle. She was Adéle’s teacher. Jane was in Thornfield for three months and she had not met the owner of Thornfield Hall. His name was Mr. Rochester, he was Adéle’s father and he didn’t like of thornfield.
One day Jane went out to send a letter and when she was near the village, suddenly, a big dog ran to her. So a man on a black horse follwed the dog. Then she heard a shout and she saw the man had fallen off the horse, so she tried to help him. Jane helped the man to stand up, then he pulled onto the horse and went home.
When Jane returned to Thornfield, she had a big surprise, she saw the man that she helped. She knew he was Mr. Rochester.
The days were passind and Jane and Mr. Rochester talked so much.
In Thornfield Hall there were many secrets na mysterious things happened there, but it was cleared up in the final.
There was a woman called Grace Poole, Mrs. Fairfax said Grace Poole was mad.
Somebody set fire in the Mr. Rochestr’s bedroom, so Jane heard a sound and saw a thick smoke in the corridor. She saw the smoke caming from Mr. Rochester’s bedroom them ram and woke him up.
Jane was worried, so she understood, she loved Mr. Rochester, but she thought he couldn’t love her, bacause she was poor and she wasn’t beautiful.
One day Mr. Rochester went to meet some friends at Ingram Park. Jane was unhappy because she knew Mr. Rochester had a friend called Miss Blanche Ingram and she was beautiful and rich. Jane thought he would marry Miss Ingram
Two weeks later Mr. rochester returned, but he invited some friends to stay at Thornfield. Miss Ingram came to Thornfield, too. So, Jane looked at her and she saw Miss Ingram was very beautiful.
Mr. Rochester ordered Jane to meet his guests in the evening, so Jane and Adéle met Mr. Rochester’s guests, but they didn’t talk to her. She was very unhappy in that evening.
Two weeks later another guest arrived at Thornfield, one was called Mr. Mason, but when he arrived Mr. Rochester wasn’t at home.
When Mr. Rochester arrived, Jane told him about Mr. Mason and he was very nervous. Mr. Rochester met Mr. Mason in the library and they talked and laughed.
Some hours later, all guests were sleeping, suddenly a terrible cry had woken them up. So, all guests and Jane were in the corridor. They were worried.
Then Mr. Rochester tranquilized them. He said nothing was wrong. But Jane knew that some thing was wrong.
Mr. Rochester told Jane that Mr. Mason was hurt. The mad woman hurt him.
Then Mr. Mason went away, but he talked to Mr. Rochester to help the madwoman, because she needed help.
Jane was afraid of the madwoman, she was worried about Mr. Rochester, because she loved him.
Some days later, a letter came to Jane Eyre, it was from Gateshead Hall, her aunt Reed’s house. Mrs. Reed was ill and she wanted to talk to Jane. Mrs. Reed hated Jane, but now she was dying. So, she wanted to say to Jane that she received a letter from Jane’s uncle, John Eyre. He was very old and ill. He was rich, but he didn’t have children, so he wanted to give his money to Jane. But, Mrs Reed replied his letter and wrote that Jane had died.
That night Mrs. Reed died, then Jane left Gateshead Hall, but she took her uncle’s letter with her.
Then, Jane came back to Thornfield and she met Mr. Rochester every day. They walked and talked together. Jane loved him more.
One evening they were walking into the garden, so Mr. Rochester said to Jane that he wanted to marry her, so she said ‘yes’ and he kissed her.
Jane remembered her uncle John Eyre and she decided to write a letter to him. She wanted to tell about her marriage to Mr. rochester. Jane was so happy.
But Jane didn’t want presents, she thought that she wasn’t  worthy of presents, because she wasn’t beautiful and rich.
It was the month of July. Two days before their wedding-day, Mr. rochester went away.
At night Jane had a bad dream about Thornfield Hall. In her dream Thornifield had no roof and its walls were burnt. She tried to find Mr. Rochester but he wasn’t in the house.
When Jane woke up, she saw a woman in her bedroom. The woman was tall and heavy, her hair was long and black.
The woman put Jane’s wedding veil over her hea and she looked in the mirror. Suddenly, she tore the veil into two pieces. Then the woman looked at Jane and she laughed. Her face was terrible.
The woman went away and Jane was frightened.
Next day, Jane told what happened to Mr. Rochester and he told her not to worry.
It was their wedding day. They went to church at eight o’clock.
There were two men inside the church and they were sitting in a dark córner, so Jane couldn’t see them very well.
So one of the men stood up and said that Mr. Rochester was married.
The man called Mr. Briggs, he was John Eyre’s lawer. The other man was Richard Mason. He was Bertha Mason’s brother. His sister was married to Mr. Rochester for fifteen years.
So Mr. rochester told his wife was a madwoman and he was very unhappy. He took them to the top corridor and they met Bertha Mason.
Jane knew that face, because that woman was in her bedroom.
Mr. Rochester and Jane were very unhappy, because they couldn’t marry.
So Jane decided to leave Thornfield. She left Thornfield Hall and she walked to the road. Soon a coach came and she gave her money to the driver of the coach.
Many hours later, the coach stopped, the driver wanted more money, but Jane didn’t have more money. So the driver went away.
Jane walked so much. While Jane was walking, she saw a house near the road, it was Moor House. Jane walked up to the house, so she knocked on the door but nobody opened the door.
She was wet and very tired, Jane thought that she was going to die, but she saw somebody open the door and call her.
There lived three people, they were St. John Rivers, Diana and Mary Rivers.
Diana and Mary were governesses. So, Jane stayed there for three days, then St. John Rivers took her to a house where she could teach some girls.
One day, St. John came to Jane’s house, he was holding a letter. It was a letter from Mr. Briggs.
Jane didn’t tell about her life and she said her name was Jane Elliot. So St. John was very worried, because the letter was to Jane Eyre.
When he spoke about the letter, Jane told the truth. She spoke about her childhood, then she spoke about Thornfield Hell and Mr. Rochester.
The letter was about Jane. Her uncle was dead. He gave her twenty thousand pounds.
St. John and Jane discovered they were cousins. So Jane gave five thousands pounds to each of her cousins.
Jane remembered Mr. Rocheste, she wrote a letter to him, but she didn’t receive any answer. So, she decided to go to Thornfield, she saw the house. It had no roof and its walls were burnt and black.
Jane went to the village of Hay. She asked about Mr. Rochester, so a man told her that Mr. Rochester’s wife burnt the house, then she jumped from the roof and died. Mr. Rochester was badly hurt. He was living at Ferdean. So, Jane went to Ferdean immediately.
When she arrived, she discovered Mr. Rochester was blind and he had only one hand.
Mr. Rochester and Jane Eyre got married. After a time, his eyes were better and he could see their first child...
Here finishes the Jane Eyre’s story
Charlotte Brontë shows us interesting things as the names of houses. Its meaning is very important. For example: Gateshead, shows na idéia of freedom; Thornfield is a place without peace. And we can see themes that are common in our days.
It is more a great work and a contribution to the English Literature. 

Conceito de Personalidade

Conceituar Personalidade de forma útil e compreensiva é uma tarefa árdua. Sabe-se que não existem duas personalidades idênticas, do mesmo modo, que não existem duas pessoas idênticas, embora haja pessoas que possuam traços em comum. A personalidade é temporal, pertence a um individuo que nasce, vive e morre.
A personalidade existe em função de um meio no qual procura adaptar-se e necessita sofrer um processo de desenvolvimento. Cada um tem sua historia pessoal e esta é a unidade básica a ser levada em consideração no estudo da personalidade.

Constituição, Temperamento e Caráter

O desenvolvimento da personalidade está associado ao desenvolvimento físico. As primeiras motivações e ansiedades do ser humano estão ligadas a processos fisiológicos.
A personalidade se apóia na estrutura física do individuo, a qual é chamada Constituição.
Nesta há um conjunto de características individuais hereditárias que podem ou não se desenvolver nas interações com o meio. A este conjunto da-se o nome de Genótipo.
Temperamento é a tendência do individuo para reagir ao meio, de maneira peculiar. Desde o nascimento, entre os indivíduos verificam-se diferentes limiares de sensibilidade frente aos estímulos internos ou externos, diferenças no tom afetivo predominante, variações no ritmo, intensidade e periodicidade dos fenômenos neurovegetativos, etc.
Caráter é o conjunto de formas comportamentais mais elaboradas e determinadas pelas influencias ambientais, sociais e culturais, que o individuo usa para adaptar-se ao meio. Ao contrario do temperamento, o caráter é predominante, volitivo e intencional.
De modo geral, porém, temperamento e caráter estão intimamente associados, podendo estar tão intricados que se torna difícil sua distinção.
Portanto, personalidade é a integração dos aspectos físicos, temperamentais e caracterológicos.
Essa integração é dinâmica e evolutiva.

Romance “O Quinze” analisado sob o estilo Novela

NOVELA: Pequeno romance; narração de aventuras interessantes; conto; enredo; história comprida.
Segundo Massaud Moisés, as características da Novela são:
Pluralidade dramática
o Ação: A Novela se constitui de uma série de células dramáticas, havendo um intercâmbio entre estas células.
No romance de Rachel de Queiroz “O Quinze”, podemos encontrar tais características já em seus primeiros capítulos.
1º Capitulo – Pág. 3 
D. Inácia rezando para que chova. Depois D. Inácia e sua neta, Conceição, falam sobre a falta de chuva.
2º Capítulo – Pág. 5 
Vicente distribuindo para o gado, o que restava da rama verde.
8ª linha 
“Vicente pensava sombriamente no que seria de tanta rês, se de fato não viesse o inverno. A rama já não dava nem para um mês.”
Nos dois capítulos citados, observamos duas células dramáticas, havendo o intercâmbio, ou a troca, entre o primeiro capítulo e o segundo.
Sucessividade
o As células dramáticas são organizadas em uma ordem seqüencial, mas não absoluta.
O 4º capítulo – Pág. 14 é a seqüência do 2º capítulo
Tempo
o O tempo da novela é o tempo histórico marcado pelo relógio ou pelo calendário.
Pág. 27 
“Os três dias de caminhada...”
Inicio do capitulo 8
“”...onze horas...”
Capitulo 22 – Pág. 91
“Setembro já acabara (...);  E outubro chegou...”
A narrativa se passa num tempo horizontal e corresponde à união dos acontecimentos. O presente é o tempo dominante. Às vezes se utiliza de referências do passado.
Capítulo 12 – Pág. 46 – 3ª parte
“Lembrou-se do seu casamento...”
Capítulo 15 – Pág. 62
- Encontro com o delegado
“Você não se lembra porque saí das Aroeiras...”
Espaço 
o A noção de espaço, ligada à de tempo, acompanha-lhe de perto o desenvolvimento dentro da novela.
Linguagem
o Utiliza-se de uma linguagem simples, e de acordo com a época e o lugar onde se passa a história.
Personagem
o Não há limites de personagens.
Trama
o O ritmo da novela é acelerado, decorrente do fato de basear-se mais na ação.
Começo e conclusão

A narrativa “O Quinze” pode ser considerada como uma novela Picaresca, por ter contínua referência ao cotidiano.

A CRONICA

Crônica – Registro de fatos ou acontecimentos (verdadeiros) em ordem cronológica.

Para aqueles que não sabem diferenciar a crônica da notícia, geralmente a lê como um fato como outro qualquer. Outros consideram a crônica como uma fantasia, uma historia humorística, ou algo para passar o tempo.
A crônica, geralmente, é publicada em jornais ou revistas e, ao contrário da notícia, a crônica nos faz refletir sobre a história que está sendo contada, é sempre um fato que reflete o nosso dia-a-dia, e muitos de nós não paramos para analisar.
Segundo alguns autores, a crônica atua entre a reportagem e a literatura.
A crônica é a história de alguém ou algo (real) composta por características da literatura, o que faz com que a atenção do leitor volte-se para esse texto.
A crônica registra a variação emocional do escritor.
Muitos confundem crônica com ensaio. A crônica se difere do ensaio porque no ensaio, o autor tem um objetivo a ser atingido, ou seja, uma idéia a ser dada na conclusão, onde esta será defendida pelo autor. Já na crônica, não há sugestão ou defesa de idéias, a conclusão fica a critério do leitor.
Mas, segundo alguns autores, a crônica possui uma característica semelhante ao ensaio, não existem duas crônicas ou dois cronistas iguais, assim como não há dois ensaios idênticos.
A crônica literária trabalha entre a poesia e o conto. Na poesia, a crônica trabalha em cima de “eu”, onde o “eu” é o assunto, e ao mesmo tempo o narrador. No conto a crônica trabalha com o “não-eu”, sem o lirismo encontrado na crônica poética.
Uma das características básicas da crônica é a brevidade. Um texto curto que ocupa um pequeno espaço na folha do jornal ou da revista.
Na crônica, a linguagem é direta, espontânea, de fácil entendimento e, é claro, não poderia faltar as expressões literárias que identificam a crônica.

Segundo Fernando Sabino a crônica representa “a busca do pitoresco ou do irrisório no cotidiano de cada um, visando ao circunstancial, ao episódico.”


Desde a consolidação da imprensa, a crônica se caracterizou como uma seção de jornal ou revista, onde se comentam acontecimentos do dia-a-dia. Segundo alguns estudiosos, a crônica é “filha do jornal e da era da máquina, onde tudo acaba tão rápido. Ela não foi feita originariamente para o livro, mas essa publicação é efêmera”. Modernamente, em função da qualidade literária de cronistas como Carlos Drummond de Andrade, Fernando Sabino, Rubem Braga, Luis Fernando Veríssimo, Pulo Mendes Campos, Rachel de Queiros, Lourenço Diaféria, entre outros, a crônica é comparável ao conto, sem perder, no entanto, o seu tom coloquial.

ENFOQUE PSICODINAMICO DA PERSONALIDADE

Quando alguém deseja compreender o comportamento de outras pessoas, em determinada circunstância, procura descobrir a motivação de suas atitudes e opiniões, sentimentos e crenças, ou seja, procura relacionar a conduta com impulsos, emoções, pensamentos e percepções que a determinaram e atua do mesmo modo na previsão de novos comportamentos. Esse processo de compreensão da conduta humana é denominado Atitude Psicodinâmica.


O Aparelho Psíquico

O aparelho psíquico é composto por três elementos: ID, EGO e SUPEREGO.
O ID é o elemento original desse aparelho a partir do qual, posteriormente, desenvolvem-se os outros. Representa a porção herdada e que está ligada à constituição.
O EGO - ao defrontar-se com as demandas do meio, a criança precisa gradualmente redirigir os impulsos do ID, de modo que estes sejam satisfeitos dentro de outro principio que não o do prazer: o principio da realidade. Isto significa que o individuo deve suportar um sofrimento para depois alcançar prazer e renunciar a um prazer que pode fazê-lo sofrer mais tarde. Em outras palavras, são funções do EGO: perceber, lembrar, pensar, planejar e decidir.
O SUPEREGO – à proporção que se desenvolve, a criança descobre que certas demandas do meio persistem sob forma de normas e regras estabelecidas.
Este que popularmente é chamado de “consciência” representa a resposta automática, “certo” ou “errado”, que surge na pessoa diante das várias situações que exigem uma tomada de posição. Assim, o superego representa a herança sócio-cultural do individuo, enquanto o ID representa a herança biológica.
Os elementos da estrutura psíquica, não podem ser considerados isoladamente no seu desenvolvimento e funcionamento. Eles são interdependentes. O EGO desempenha papel de integrador lidando simultaneamente com as demandas do ID, do SUPEREGO e do mundo externo.
Nem o ID, nem o SUPEREGO são realistas, pois agem imediata e irrefletidamente, o primeiro buscando de forma indiscriminada o prazer e o segundo censurando automaticamente. O EGO é a parte racional que realiza uma transação realista considerando os aspectos próprios da natureza do individuo e o tipo do meio onde este vive. 
O desenvolvimento do Homem como ser social, baseia-se no equilíbrio entre as forças das exigências do superego e do meio a partir do qual este se formou, e as forças dos impulsos primitivos e irracionais das exigências do id.
O bom resultado desse equilíbrio dependerá da existência de um EGO fortalecido, de um SUPEREGO moderado e do conhecimento da natureza dos impulsos do ID.
Caso contrário, o equilíbrio da personalidade obedecerá a padrões desviados da normalidade, entendendo-se, aqui, por normalidade a tendência a um completo bem-estar biopsicosocial.