Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vitima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um não. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Augusto Cury

terça-feira, 26 de outubro de 2010

O que é ABNT?


A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o órgão responsável pela normalização técnica no Brasil, fornecendo a base necessária ao desenvolvimento tecnológico brasileiro. Trata-se de uma entidade privada e sem fins lucrativos e de utilidade pública, fundada em 1940.
A ABNT é a única e exclusiva representante no Brasil das seguintes entidades internacionais:
E das entidades de normalização regional:
Mantenedora:

Consulta Nacional

A Consulta Nacional é uma consulta realizada inteiramente online, sem qualquer ônus, que disponibiliza a todos os segmentos da sociedade interessados no assunto a visualizar, imprimir e apresentar sugestões aos Projetos de Norma da ABNT e do Mercosul. As consultas ocorrem por prazos determinados, enquanto é possível apresentar sugestões que contribuirão para o aperfeiçoamento das Normas Brasileiras. Aquelas sugestões que se constituírem em objeções técnicas, devidamente fundamentadas, a ponto de desaconselhar a aprovação como Norma Brasileira, serão examinadas pela Comissão de Estudo, autora da ABNT, que poderá emitir uma segunda versão de projeto de norma que será posto novamente em consulta.
A finalidade de consultar os interessados é para verificar se é ou não recomendável a aprovação do Projeto como Norma Brasileira, pela Comissão de Estudo autora.
Todas as observações e objeções técnicas recebidas são analisadas pela Comissão de Estudo Autora antes que este projeto seja aprovado como Norma Brasileira e, no caso das objeções técnicas aceitas pela Comissão de Estudo autora resultarem em alterações de vulto neste Projeto, este será rejeitado, e a Comissão de Estudo autora desenvolverá um segundo Projeto para apreciação dos interessados, nas mesmas condições deste. Caso contrário, ele passará à condição de Norma Brasileira.

Ver também

Ligações externas


O ENSINO-APRENDIZAGEM DE LÍNGUA INGLESA NO CURSO DE GRADUAÇÃO DE LETRAS DA UNIFAN

Hellen Dias Rodrigues
(UNIFAN – União das Faculdades Alfredo Nasser)

Orientadora profª Ms. Telma Aparecida Teles Martins
(UNIFAN)

Apesar de o ensino de língua estrangeira (L.E.) ser assegurado pela Lei de Diretrizes e Bases (L.D.B.) nº 9394/96 que, reintegra o referido ensino de L.E. no currículo nacional, percebemos o descaso das autoridades de ensino que, dão pouca importância ao ensino de L.E.
Ainda que, esta exerça grande influência no mercado de trabalho, das comunicações, etc, ao observarmos como se dá o processo de ensino-aprendizagem de L.E., constatamos as dificuldades enfrentadas tanto por profissionais de línguas, quanto por aprendizes. A falta de material adequado, a falta de oportunidades de uso real da língua ensinada, o tempo destinado para as aulas, a formação dos docentes, entre outros fatores, contribuem para o pouco ou nenhum desenvolvimento da L.E. (no caso desta pesquisa – inglês).
O campo de pesquisa em L.E. tem avançado bastante nos últimos anos. As pesquisas ocorrem, principalmente, na área de formação de professores, mais precisamente, nos cursos de Letras, visto que, esta é a esfera onde se forma professores de línguas. Tanto a L.D.B. 9394/96, quanto os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), destacam o desenvolvimento das habilidades comunicativas, como sendo o ponto de maior relevância no ensino de L.E., defendendo assim, o desenvolvimento do aprendiz enquanto cidadão crítico e consciente, pronto a se comunicar e se expressar de forma clara diante da sociedade.
Por outro lado percebemos que, na prática, o método da abordagem comunicativa (defendido pela L.D.B. e PCNs) não se dá de forma concisa, em conseqüência dos fatores citados anteriormente. Percebemos assim, o descaso das autoridades educacionais, descaso este que, se estende no desdobramento da história do ensino de L.E.
Desta forma, a presente pesquisa, fundamentada teoricamente na perspectiva sócio-histórica dialética, buscou investigar até que ponto o fator tempo pode influenciar no processo de ensino-aprendizagem de L.E., e ainda, comparar o grau de influência do fator tempo com a influência de fatores como a cultura, a relação afetiva, etc. Neste sentido, buscamos discutir juntamente com graduandos de 1º e 8º períodos do curso de Letras e professores da área de Língua Inglesa da União das Faculdades Alfredo Nasser (UNIFAN), assuntos relacionados à formação de professores de línguas, sua prática docente e a relação entre as orientações, tanto dos PCNs e L.D.B. como do curso de formação, com a prática em sala de aula.
Sob o ponto de vista metodológico optamos pela utilização de questionários com o objetivo de identificar a concepção dos 133 alunos de 1º e 8º períodos do curso de Letras e 4 professores da área de L.E. (inglês) da UNIFAN, os quais se manifestaram quanto ao desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem de L.E.
As análises das respostas dos alunos e dos professores apontam que, a utilização da abordagem comunicativa é mínima, visto que, há a heterogeneidade das turmas, número elevado de alunos por turmas, etc.
Constatamos ainda que, os alunos do 8º período do curso de Letras, não se sentem habilitados a ministrar aulas de Língua Inglesa, haja vista que, os mesmos não acreditam ter domínio suficiente sobre as habilidades comunicativas.
Com base nos dados levantados, podemos refletir na dificuldade de formarmos professores que reconheçam a importância do ensino de L.E. como uma oportunidade de formar cidadãos críticos e conscientes, aptos a atender a uma demanda social de adaptação ao mercado e, ainda, não ficarem indefesos nas relações sociais.
Ainda percebemos que o ensino de L.E. se dá de forma gramaticalista, sendo contempladas apenas as habilidades de escrita e leitura, ainda assim com deficiência, o que leva o professor em formação a atuar da mesma forma nos ensinos fundamental e médio, alimentando assim esta deficiência no processo histórico de desenvolvimento do ensino-aprendizagem de língua estrangeira.

Bibliográfica Básica:

ALMEIDA FILHO, J.C.P. Dimensões comunicativas no ensino de línguas. 2ª ed. Campinas SP – Pontes, 1998.
BARCELOS, A.M.F.A. A cultura de aprender línguas (inglês) de alunos de Letras. Dissertação (Mestrado em Lingüística Aplicada), Instituto de Estudos da Linguagem, UNICAMP, 1995. 140p.
BRASIL, LDB. Congresso Nacional. Lei n° 9394 de 20.12.98 Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília, 1996.
BRASIL, Ministério da Educação, Secretaria da Educação Fundamental, Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: língua estrangeira. Brasília: MECSEF, 1998, p.24.
BRASIL, Ministério da Educação, Secretaria da Educação Média e Tecnológica, Parâmetros Curriculares Nacionais: códigos e suas tecnologias. Língua estrangeira moderna. Brasília: MEC, 1999, pp.49-63.
MOITA LOPES, L.P. Oficina de lingüística aplicada: a natureza social e educacional dos processos de ensino-aprendizagem de línguas. Campinas, SP: Mercado das Letras, 1996, p.66.
PAIVA, V.L.M.O. A identidade do professor de inglês. In: PAIVA, V.L.M.O. (org.). Aplienge: Ensino e Pesquisa. V. 1, 1997, p.3-17.
REGO, T.C.R. Vygotsky, uma perspectiva histórico-cultural da Educação. 14ª ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2002.

KARL MARX E A HISTÓRIA DA EXPLORAÇÃO DO HOMEM

  KARL MARX Nasceu em Treves, na Alemanha (1818-1883). Doutorou-se em Filosofia. Foi redator de uma gazeta liberal em...