Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vitima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um não. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Augusto Cury

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

QUAL É?



Qual sua posição em MISSÕES? Segurando a corda? Os mantenedores e intercessores. Dando orientações? Os pastores e apóstolos. Descendo pela corda? Os missionários. Chamando outros? Os mestres e profetas. Na água? Jesus é a solução para você! Você acha que não está representado no desenho. Olhe bem! Você pode estar sob a água! Quem não trabalha, dá trabalho!
Qual sua posição na Adoração? No altar? Em santidade! Ajoelhado próximo ao altar? Em santidade! Em pé na igreja? Solte a cadeira e adore! Sentado? Levante-se e adore ao Senhor! Indiferente? O joio não adora a Deus! Você acha que não está representado no desenho? Olhe bem, você pode estar do lado de fora!!

TRABALHO: DIGNIFICA OU DANIFICA O HOMEM

A questão do trabalho e suas implicações, como também, o estudo das relações que envolvem o capitalismo e a interferência dos aspectos social, econômico e político, interessaram especialmente ao pensamento marxista.
O complicado universo do trabalho, que se mostra como vital e ao mesmo tempo problemático, vem sendo objeto de análise de diversas áreas do conhecimento. O intuito dos pesquisadores tem sido no sentido de compreender os variados aspectos ligados a essa atividade, desde o ponto de vista do seu potencial emancipador até o da sua capacidade de envilecer o homem.
Em meados do século XIX, ao formularem suas premissas acerca das mudanças da história Karl Marx e Frederich Engels, romperam com o que chamavam de idealismo, concepção pela qual o ponto de partida de toda a história seriam as idéias ou os conceitos.
De acordo com Marx e Engels o principal representante desse pensamento idealista seria Hegel, segundo o qual o auto-desenvolvimento dos conceitos é o que determina o devir histórico. Ao romperem com essa concepção formulam o Materialismo Histórico, como um método científico de análise da história, partindo não mais das idéias, mas da realidade concreta.
A premissa de toda história dos homens é o fato da existência destes, enquanto seres vivos reais, nesta premissa funda-se o materialismo histórico. Dessa forma, os pensadores procuraram investigar quais as reais condições de existência da humanidade, para poderem explicar a realidade.
Para compreender a história Marx e Engels precisavam descobrir a essência humana, o que o tornava um ser, distinto dos demais. Nesta investigação surge uma das categorias mais importantes do materialismo histórico, sobre a qual Marx e Engels desenvolveram todo o seu conceito de homem e de sociedade: o trabalho.
            Segundo eles o homem se diferencia dos demais animais fundamentalmente pelo fato de produzirem os seus próprios meios de existência.
            Para Marx e Engels, o trabalho era a forma de mediação entre o homem e a natureza, o que o leva a relacionar-se com a natureza e interagir-se com ela no sentido de consolidar a sua própria condição de existência. É através do trabalho que o homem se constitui enquanto ser social e relaciona-se com os outros homens.
            O trabalho pode ser compreendido como o elemento fundante da vida humana, ou seja, o momento em que os homens tornam-se seres humanos. Ademais, é através do trabalho que os homens, ao mesmo tempo, transformam a natureza, seu próprio meio, e também transformam a si mesmos.
            É nesse sentido que a centralidade da categoria do trabalho, como elemento mediador da atividade humana com a natureza e sociedade apresenta-se como o escopo para compreender as dimensões da complexidade definidora do atual modelo social e suas implicações socio-ambientais.
Assim, entende-se que, o trabalho pode ser considerado como o momento crucial da vida humana, o ponto de partida do processo de humanização. Contudo, a sociedade capitalista o transforma em trabalhador assalariado, alienado, produto do trabalho fetichizado. O que era uma finalidade central do ser social converte-se em meio de subsistência. O que deveria ser uma libertação torna-se uma necessidade. A força de trabalho é considerada mercadoria - ainda que especial - cuja finalidade é produzir novas mercadorias e valorizar o capital.
Por conseqüência natural, o trabalhador decai à situação de mera mercadoria, é coisificado, torna-se um ser estranho, um meio de sua existência individual à mercê do capital. O que deveria ser fonte de humanidade se converte em desrealização do ser social, alienação e estranhamento dos homens e mulheres que trabalham. Deste modo, o trabalhador não mais se satisfaz no trabalho, mas se degrada; não se reconhece, ao contrário, muitas vezes se desumaniza no trabalho.


Nesse sentido, percebe-se duas faces do trabalho. A que dignifica o homem, proporcionando-lhe realização e participação do projeto e realização do produto do seu trabalho. Como afirma Aristóteles, o trabalhador não é apenas a causa eficiente, ele participa também da destinação, da causa final do seu trabalho, além da escolha da causa material e formal. Sob esse prisma, o trabalho é uma atividade tipicamente humana, ou seja, o homem busca constantemente a perfeição, o trabalhador faz uso da sua razão.
            Por outro lado, tem-se a questão do trabalho que danifica o homem, ou seja, o trabalho que aliena o homem ou escraviza-o. O trabalhador perde o controle sobre o projeto do trabalho e sobre os seus benefícios: isto é alienação do trabalho, onde as tarefas, para o homem, tornam-se repetitivas e monótonas.

A mudança qualitativa produzida no trabalhador durante a experiência de trabalho se realiza através de um método intencional de organização social e política, que avança na produção de uma cultura do coletivo e da tendência à superação das relações alienadas no trabalho, fazendo com que os trabalhadores se reconheçam no processo do trabalho, no seu produto, como também no âmbito das relações sociais construídas. A potencialidade do trabalho se evidencia no processo de produção desta cultura, em oposição ao modo de reprodução social do capital que subordina o trabalhador à alienação e ao total descontrole da produção material e das decisões políticas.
A dialética do trabalho, o movimento da afirmação e da negação dos homens no constante processo de criação de individualidades e sociabilidades históricas que materializam a reprodução do ser social, não deve estar isolada da totalidade da práxis social. A cultura, a política, a ideologia, a ética são mediações fundamentais que marcam a historicidade da vida social e a relação existente entre indivíduo e gênero humano. Não se pode esquecer que estas mediações, assim como o trabalho, também estão determinadas por processos contraditórios, delimitando particularidades e complexidades no conjunto das relações sociais de uma época histórica.
O capital, na sua auto-valorização destrutiva, renova sua imposição como relação social hegemônica, que domina o conjunto das relações humanas. O mundo do trabalho, constantemente reorganizado em função da expansão dos valores de troca, da concentração de riqueza, de conhecimento e de poder, está marcado pela reprodução de relações sociais de violência, de alienação e desumanização. A barbárie intrínseca à lógica de reprodução do capital assume na atualidade a forma histórica de uma identidade incontestável, justificando os diversos níveis dos atos de violência que atravessam a sociedade como próprios da “natureza humana”.
A afirmação como a negação do trabalho é produzida pela práxis de sujeitos históricos concretos, criando assim uma cadeia temporal de alternativas, de escolhas e de determinações, que marcam tanto o processo de alienação, quanto de humanização dos homens.


REFERÊNCIA 
ANTUNES, Ricardo (Org.) A Dialética do Trabalho. Escritos de Marx e Engels. São Paulo: Expressão Popular. 2004.

INFORMÁTICA: O FUTURO DA PROFISSÃO

À medida que o ser humano passou a viver em grupos sociais maiores e mais complexos, teve a necessidade de armazenar e processar uma quantidade crescente de dados. Essa necessidade fez com que o intelecto humano criasse meios cada vez mais rápidos e eficientes para trabalhar com esses dados.
Com a revolução da sociedade humana e as conquistas tecnológicas, as formas encontradas para o armazenamento de dados foram ficando cada vez mais complexas e capazes de processar uma quantidade maior de informação. Assim, a humanidade partiu de engenhos simples chegando á atualidade com moderníssimos computadores, capazes de efetuar as mais variadas tarefas.
Nesse sentido, o presente trabalho objetiva analisar a situação do Profissional em Informática, profissional este, de suma importância cujo perfil vem mudando desde a abertura do mercado no início dos anos 90, onde sua atuação se baseava na montagem/instalação e configuração dos micros, sendo muito requisitado devido ao fato da escassez de técnicos especializados no mercado. 
Evolução da Informática e a Formação Profissional
Tendo em vista a existência de uma revolução na área de Tecnologia da Informática (TI), onde há novas soluções, produtos e equipamentos surgindo a cada dia, sendo necessário ao profissional atuante na área, uma atualização freqüente.
É notório que, o profissional da área de informática, tanto da parte de suporte/infra-estrutura, quanto da área de desenvolvimento/sistemas precisam estar preparados para esse competitivo e difícil mercado atual, que carece de mão de obra de qualidade.
Com o passar do tempo as redes locais nas empresas foram surgindo, os sistemas operacionais e softwares mais bem elaborados e os técnicos precisaram se adequar. Atualmente, existem as redes sem fio, programa de incentivo do governo que geraram uma venda de micros nunca vista no país e a popularização do sistema operacional Linux, com isso o técnico precisa novamente buscar atualização para se sobressair nesse mercado onde existe uma proliferação de "técnicos" formados através de fóruns de discussão e revistas do tipo "faça você mesmo".
            Segundo Vasconcelos (2010), os anos 70 denotam a pré-história dos microcomputadores, os anos 80 foram a idade média. Muita coisa precisava ser feita pelo próprio usuário. Por exemplo, comprava-se um micro sem software algum, e o usuário desenvolvia os programas necessários, e linguagem BASIC na maioria dos casos. A computação profissional já estava muito evoluída, baseada em mainframes. Mas na microinformática, muita coisa precisava ser feita. Os micros tipo PC eram caríssimos. A computação pessoal era baseada em micros mais simples, de uso doméstico, como MSX e similares. O técnico precisava ser um estudioso, para entender e resolver os problemas.
Infelizmente muitos basearam sua formação em estudos do tipo "aprendi na Internet", ao invés de usá-la como um complemento para divulgação de conhecimentos, macetes e notícias atualizadas. Existe deficiência de formação sólida. Portanto, cabe ao profissional de informática se especializar.
Quando se fala em Mercado de Trabalho, ser um "profissional de informática" é algo muito relativo e complexo, pois a informática abrange uma grande gama de setores, os quais exigem grande conhecimento e domínio de ferramentas só empregadas àquele setor. Na maioria das vezes, ter um diploma de curso superior ou até mesmo uma pós-graduação não significa que se tem o conhecimento completo da área em que se forma. Ao contrário, uma pessoa autodidata, que se mantém atualizada quanto às tendências de mercado e às novas tecnologias, possui igual ou maior conhecimento do que um profissional com vários anos de formação.
Regulamentação da Profissão e o Futuro do Profissional de Informática
Em 5 de março de 2008 foi aprovado parecer favorável ao projeto de lei que regulamenta o exercício das profissões de Analista de Sistemas e Técnico de Informática. Este projeto estava há alguns anos na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) do Senado Federal e seu parecer foi aprovado. A proposta agora será encaminhada à Comissão de Assuntos Sociais (CAS), na qual receberá decisão terminativa. As primeiras propostas neste sentido foram apresentadas em 2003.
O parecer excluiu da proposta a possibilidade de criação de conselhos federal e regional de informática, pois isto poderia dar margem ao projeto ser vetado pela Presidência da República. Os Analistas de Sistemas e Técnicos de Informática poderão optar pelo vínculo a algum conselho ou confederação já existente com o qual a profissão tenha pertinência.
De acordo com a proposta, a profissão de Técnico de Informática, o projeto determina a comprovação de diploma de ensino médio ou equivalente de curso técnico de Informática ou de Programação de Computadores. De acordo com o projeto esses diplomas devem ser expedidos por escolas oficiais ou reconhecidas.
Portanto, um dos maiores impactos deste projeto de lei é que, como em outras profissões regulamentadas, essas atividades acima citadas passam a ser exclusividade dos profissionais formalmente habilitados, o que é um ponto positivo, pois, como citado anteriormente, muitos se autodenominam técnicos sem ao menos fazer um curso, o que prejudica em muito aqueles que têm buscado preparo em órgãos competentes e reconhecidos.
No entanto, em 05 de novembro de 2008, por requisição do senador Jarbas Vasconcellos, o PLS 607/27 foi enviado à CCJ para ser discutido em Audiência Pública, ocorrida em 11 de novembro de 2008, e posteriormente votado pela Comissão.
Em 18 de agosto de 2009, o PLS foi aprovado pela CCJ nos termos do substitutivo do senador Marconi Perillo e então devolvido à CAS, onde recebeu uma emenda substitutiva do seu autor, senador Expedito Júnior, que procura, por meio desta emenda, restaurar sua proposta inicial, com a criação do conselho de profissão para a Área de Informática.
Em 02 de outubro de 2009, a senadora Lúcia Vânia propõe uma emenda ao PLS 607/2007 para modificar a alínea I do Art. 2º para: "I – os possuidores de diploma de nível superior em Análise de Sistemas, Engenharia de Software, Ciência da Computação ou Processamento de Dados, expedido por escolas oficiais ou reconhecidas;".
O texto original do substitutivo do senador Marconi Perillo é: "I – os possuidores de diploma de nível superior em Análise de Sistemas, Ciência da Computação ou Processamento de Dados, expedido por escolas oficiais ou reconhecidas;"; e o da emenda do senador Expedito Júnior é: "I – os possuidores de diploma de nível superior em Análise de Sistemas, Informática, Ciência ou Engenharia da Computação, Processamento de Dados e Sistemas ou Tecnologia da Informação, expedido por escolas oficiais ou reconhecidas;".
Em 30 de outubro de 2009, o senador Expedito Júnior, autor do PLS 607/2007, foi declarado, por decisão judicial, impedido de exercer seu mandato no Senado.

Pode-se dizer que desde o início da Criação o homem vem evoluindo e nesse processo de evolução muitas coisas foram criadas. Como citado na introdução, os computadores e consequentemente o sistema de informações, foram criados em função da necessidade humana em organizar-se. Para tanto, fez-se necessário que para acompanhar esse avanço tecnológico o homem também avançasse intelectualmente. No que diz respeito à Técnica em Informática, hoje existem sites que fornecem informações onde os usuários dessa tecnologia podem tirar suas dúvidas e/ou até mesmo arriscar a manutenção de seu PC.
No entanto, deve-se levar em consideração que os verdadeiros Profissionais de Informática, estão se capacitando e buscando estarem cada vez mais informados sobre as novidades do mercado de Tecnologia de Informação, para que assim, possa-se oferecer um serviço de qualidade e garantia.
Necessário é que as autoridades observem essa situação e permitam que esses profissionais tenham seu lugar reconhecido e que os “autodidatas” também busquem sua qualificação.

REFERÊNCIAS
ATLAS Interligado. São Paulo: Didática Paulista, 2004.

BIGONHA, Roberto da Silva. Regulamentação Da Profissão De Informática. Disponível em: <http://homepages.dcc.ufmg.br/~bigonha/Sbc/plsbc.html.> Acesso em 12 abril 2010.


VASCONCELOS, L. Consertando Micros. 2. ed. Rio de Janeiro: Laércio Vasconcelos Computação, 2010. 491 p.

KARL MARX E A HISTÓRIA DA EXPLORAÇÃO DO HOMEM

  KARL MARX Nasceu em Treves, na Alemanha (1818-1883). Doutorou-se em Filosofia. Foi redator de uma gazeta liberal em...