Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vitima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um não. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Augusto Cury

sábado, 9 de novembro de 2013

TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO APLICADA À AUTOMAÇÃO COMERCIAL

1. INTRODUÇÃO


Durante os anos 90 e neste início de milênio, houve uma grande mudança no papel da Tecnologia da Informação (TI) nas organizações. De um papel restrito ao suporte administrativo, a TI se tornou um elemento incorporado às atividades finais das empresas, integrando-se aos serviços e produtos das empresas, tornando-se por vezes o próprio negócio (como no caso das lojas virtuais na Internet onde consumidores podem comprar serviços e produtos).

1.1 Tecnologia da Informação 

Tecnologia são recursos utilizados para aplicar o conhecimento científico (técnicos) na execução de tarefas.
Informação
Por muito tempo o conceito de informação foi confundido com o de sistema de dados. Stair (1998, p. 04) define informação como: ”um conjunto de fatos organizados de tal forma que adquirem valor adicional além do valor em si”; complementando ainda que dados: “são fatos em sua forma primária como, por exemplo, o nome de um empregado e o número de horas trabalhadas em uma semana, números de peças em estoque ou pedidos em venda”.
Segundo Rezende e Abreu (2001, p. 78), “Tecnologia da Informação são recursos tecnológicos e computacionais para geração e uso da informação”.
Para Cruz (2000, p. 24):
Tecnologia da Informação é todo e qualquer dispositivo que tenha capacidade para tratar dados e/ou informações tanto de forma sistêmica como esporádica, que esteja aplicado no produto que esteja aplicado no processo.

Assim, Tecnologia da Informação (TI) pode ser definida como um conjunto de todas as atividades e soluções providas por recursos de computação. Na verdade, as aplicações para TI são tão variadas e existem tantas definições, que não há conceito exato que consiga determiná-la por completo.
Sendo a informação um bem que agrega valor a uma empresa ou a um indivíduo, é necessário fazer uso de recursos de TI de maneira apropriada, ou seja, é preciso utilizar ferramentas, sistemas ou outros meios que façam das informações um diferencial competitivo. Além disso, é necessário buscar soluções que tragam bons resultados, mas que tenham o menor custo possível. Tudo depende da cultura, do mercado, do segmento e de outros aspectos relacionados ao negócio ou à atividade. As escolhas precisam ser bem feitas. Do contrário, gastos desnecessários ou, ainda, perda de desempenho e competitividade podem ocorrer.
Segundo Adriana Beal (2000),
O principal benefício que a tecnologia da informação traz para as organizações é a sua capacidade de melhorar a qualidade e a disponibilidade de informações e conhecimentos importantes para a empresa, seus clientes e fornecedores. Os sistemas de informação mais modernos oferecem às empresas oportunidades sem precedentes para a melhoria dos processos internos e dos serviços prestados ao consumidor final.

A TI representa grande força em áreas como finanças, planejamento de transportes, design, produção de bens, assim como na imprensa, nas atividades editoriais, no rádio e na televisão. O desenvolvimento cada vez mais rápido de novas tecnologias de informação modificou as bibliotecas e os centros de documentação, introduzindo novas formas de organização e acesso aos dados e obras armazenadas; reduziu custos e acelerou a produção dos jornais e possibilitou a formação instantânea de redes televisivas de âmbito mundial.
Além disso, tal desenvolvimento facilitou e intensificou a comunicação pessoal e institucional, através de programas de processamento de texto, de formação de bancos de dados, de editoração eletrônica, bem como de tecnologias que permitem a transmissão de documentos, envio de mensagens e arquivos, assim como consultas a computadores remotos (através de redes mundiais de computadores, como a internet).
As tecnologias da informação não incluem somente componentes de máquina. Existem tecnologias intelectuais usadas para lidar com o ciclo da informação, como técnicas de classificação, por exemplo, que não requerem uso de máquinas apenas em um esquema. Esse esquema pode, também, ser incluído em um software que será usado, mas isso não elimina o fato de que a técnica já existia independentemente do software. As tecnologias de classificação e organização de informações existem desde que as bibliotecas começaram a ser formadas.

1.2 O Que É Automação Comercial?



Antes de definir Automação Comercial, faz-se necessário entender o que é Automação.
Automação é um sistema automático de controle pelo qual os mecanismos verificam seu próprio funcionamento, efetuando medições e introduzindo correções, sem a necessidade da interferência humana.
Pode também ser definida como um conjunto de técnicas aplicadas sobre um processo com o intuito de torná-lo mais eficiente, ou seja, maximizando a produção com menor consumo de energia, menor emissão de resíduos e melhores condições de segurança, tanto humana e material quanto das informações inerentes ao processo.
A automação é dividida em alguns ramos, como: Automação Industrial; Automação Residencial e Automação Comercial.
Automação Comercial – Configura no uso de computadores ou outros dispositivos (como POS, PDV ou PC's) para facilitar os processos comerciais. É aplicada nas mais variadas áreas do comércio. A automação comercial é um dos setores mais promissores para o mercado de tecnologia, visto que, agilizar vendas, controlar o fluxo de negócios e conhecer bem os clientes é a meta de qualquer organização, independentemente do tamanho da empresa. A automação comercial pode ser considerada o elo de ligação entre a indústria, o comércio e o consumidor final, sendo que o crescimento deste setor tem sido proporcional aos avanços tecnológicos.

2. TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO APLICADA À AUTOMAÇÃO COMERCIAL


Estamos em um período de competição econômica global por recursos e mercados. Findou-se o tempo em que a riqueza de um povo dependia da organização da sociedade em relação à produção em suas fábricas nacionais.  Atualmente, se o comercio almeja ser competitivo tem que se adaptar às exigências da mundialização dos negócios. E para que isso aconteça é necessária a implantação de um sistema de informação eficiente que seja capaz de auxiliar ao tomador de decisão no processo de gerenciamento da empresa.
Nesse sentido, Tachizawa (2002, p. 332) afirma que:

Tecnologia da informação, processos e sistemas de informação devem ser concebidos para dar suporte à cadeia produtiva nas organizações, assim como tais recursos sistêmicos devem-se subordinar às decisões e estratégias de negócios implementados por seus empresários e executivos. 

Os desafios impostos por novos produtos e clientes, a concorrência acirrada, os avanços tecnológicos, as relações políticas, as circunstâncias econômicas, as regulamentações governamentais, dentre outros fatores, requerem mudanças, tais como técnicas mais aperfeiçoadas de produção, novos produtos e serviços, novos sistemas administrativos e novas habilidades dos empregados. Dessa forma, as empresas são instigadas a criar sistemas de informações para resolver problemas organizacionais e para reagir a mudanças no ambiente.
Pode-se afirmar que o principal motivo pelo qual as empresas utilizam a TI é a busca de vantagens competitivas para a empresa. Desde o princípio de sua utilização buscava-se obter essa vantagem pela redução de custos através da automação e aumento da eficiência de processos. Posteriormente, buscou-se a melhoria da qualidade das informações disponíveis para os gerentes médios de maneira que pudessem controlar melhor as operações.
Segundo Rezende e Abreu (2001, p. 84) os softwares utilizados na Automação Comercial são: Interface com diversas tecnologias, tais como, caixas registradoras, PPVS (terminais de ponto de vendas), impressoras de cheques, código de barras, leitores ópticos, balanças eletrônicas etc.

2.1. Benefícios Obtidos Com a Automação

            Com relação à OPERAÇÃO:

·         Redução dos custos de atendimento, logística e compras;
·         Redução no tempo de atendimento ao cliente;
·         Melhor comunicação com a clientela, emissão de cupons fiscais discriminando os produtos comprados, exibição clara e correta de preços e condições, etc.;
·         Segurança e rapidez na liberação de cheques e cartões de crédito, na concessão de crédito e na negociação de preço ou prazo com o consumidor;
·         Segurança e agilidade na devolução e troca de produtos;
·         Redução de erros por conta da captação automática de dados e eliminação de transcrições, do uso de fontes cadastrais únicas, da monitoração do trabalho humano, etc.;
·         Eficiência em serviços tais como: entrega domiciliar e venda por encomenda;
·         Redução de papelada.

No que se refere a GESTÃO, tem-se como benefícios:

  • Comunicação ágil e segura com fornecedores via EDI (Electronic Data Interchange) ou (Intercâmbio Eletrônico de Dados, que consiste basicamente na transmissão de dados de negócios numa forma estruturada e eletrônica, de uma aplicação em computador de uma empresa para o computador de outra, de forma interativa, envolvendo os sistemas de ambas as organizações).
·         Facilidade para a apuração de margens, giro de estoque, descontos, etc., do mais baixo nível de detalhe possível até os mais diversos resumos agregados, como, departamentos, grupos ou categorias de produtos, grupos de compradores, etc.;
·         Segurança e rapidez no inventário de mercadorias e no controle físico e financeiro dos estoques;
·         Redução dos custos, aumento da segurança e agilidade da contabilização;
·         Maior eficiência na administração do fluxo de caixa;
·         Agilidade na avaliação de risco de crédito, inadimplência, etc.

No que tange à questão de CONFORMIDADES LEGAIS:

·         Apuração correta de impostos;
·         Representação segura das operações perante o Fisco;
·         Redução dos custos de apuração e controle de tributos;
·         Maior eficiência no planejamento tributário.

Os benefícios mais significantes e normalmente menos tangíveis são os estratégicos, que são aqueles cujo compartilhamento de informações pode levar a uma posição mais forte de mercado e aumento de participação de mercado, contato direto com o cliente permitindo conhecê-lo melhor e atendê-lo em suas necessidades, e a criação de uma dependência por parte do cliente.
Assim, observa-se que o maior desafio das tecnologias de informações de uma empresa é saber colher informações e separá-las de forma a dar ênfase àquelas que são relevantes à tomada de decisão da empresa.

Considerações Finais


A utilização da Tecnologia de Informação não é mais um diferencial competitivo, mas obrigação competitiva e também a forma mais rápida e segura de transacionar e gerenciar o fluxo de informações. E não pode ser encarada apenas como uma simples ferramenta de apoio às operações, mas como uma ferramenta empresarial que auxilie a alterar as bases da competitividade e estratégias empresarias. Assim, pode-se inferir que, de forma geral, a TI é um instrumento básico para o apoio as empresas no processo de tomada de decisão.

 
Referências                                                 


BEAL, Adriana (2000). Manual de Gestão de Tecnologia da Informação. Vydia
Tecnologia.


CRUZ, Tadeu – Sistemas de Informações Gerencias – Tecnologia da Informação e a Empresa do Século XXI. São Paulo: Atlas, 2000.


REZENDE, Denis Alcides, ABREU, Aline França. Tecnologia da Informação – Aplicada a Sistemas de Informação Empresarias. São Paulo: Atlas 2001


STAIR, Ralph M. Princípios de sistemas de informação: uma abordagem gerencial. Rio de Janeiro: LTC, 1998.


TACHIZAWA, Takeshy. Gestão ambiental e responsabilidade social corporativa: estratégias de negócios focadas na realidade brasileira. São Paulo: Atlas, 2002.


PROCESSO, QUE PROCESSO?


Muitas empresas querem organizar-se por processo, mas não têm uma noção clara dos passos a seguir. Há, ainda, aquelas que não têm certeza se a sua forma atual de organização é adequada para a gestão por processos. Todas precisam de mais esclarecimentos e informações a cerca do assunto, para que possam analisar as vantagens da aplicação desta alternativa de arquitetura organizacional.
O conceito de processo não é novo na administração das empresas, mas é novo o entendimento de que o negócio precisa focar aquilo que pode ser feito para agradar aos clientes e também equilibrar o que é rentável para a empresa, com vistas a não colocar em risco sua sobrevivência.
É importante para definir a organização das pessoas e dos demais recursos da empresa identificar os processos. Trata-se de uma definição fundamental na projeção dos meios pelos quais uma empresa objetiva produzir e entregar seu produtos aos clientes.
A definição de processo, nas empresas de serviços, tem fundamental importância, visto que a sucessão de atividades nem sempre é visível pelo cliente, ou mesmo pelas pessoas que as realizam. A definição de processos se torna importante à medida que as empresas se aproximam de modelos de alta intensidade em conhecimento, nos quais o capital intelectual e a gestão da informação e do conhecimento são peças fundamentais.
Percebe-se, assim, que é impossível mudar da “organização por tarefas” para uma “organização por processos”, sem um entendimento claro e exato do que faz uma empresa funcionar bem e ter ritmo. Para empreender a mudança, elas também precisam estar preparadas para uma nova maneira de fazer negócios. Um quadro claro dessa situação deve ser o ponto de partida para o alinhamento de pessoas e processos.
Uma seguradora, por exemplo, se propõe a garantir a cobertura de determinados sinistros para os clientes selecionados, com os quais mantém contratos de seguro. Para isso, ela deverá: selecionar os clientes; reembolsar os pedidos de indenização, por motivo de sinistro, nos casos devidos; e manter vínculo contratual com os clientes selecionados. Esses são, portanto, os grandes processos essenciais numa seguradora típica.
A análise dos processos nas empresas diz respeito à identificação das suas várias dimensões: o fluxo, seqüência das atividades, as esperas e a duração do ciclo, os dados e informações, as pessoas envolvidas e as relações de dependência entre as partes.
O conceito de hierarquia (de processos) é de suam importância para a identificação dos processos essenciais e para a análise dos sistemas das organizações. Baseado nessa premissa, os processos podem ser reunidos em “macro-processos” e subdivididos em “sub-processos”, ou grupos de atividades. O nível de agrupamento mais adequado depende do tipo de análise que se pretende fazer.
Empresas foram tradicionalmente projetadas em função da sua própria realidade interna, sendo centradas em si mesmas. A inclusão do ponto de vista do cliente praticamente exige o redesenho de seus processos de negócios. A adoção de uma estrutura baseada nos processos significa, em geral, dar menor ênfase à estrutura funcional da empresa. Na prática, exige o emprego de outros modelos de organização e de gestão.
Para essa nova organização, é preciso colocar o foco no cliente externo, visto que, os negócios começam e terminam nele. Os processos apresentam seqüência de atividades que inicia com a exatidão do desejo do cliente e termina quando ele adquire o que precisa e deseja. Assim, o objetivo final das empresas é oferecer para o cliente: mais valor, de forma mais rápida, e a custo adequado.
Muitas empresas têm modelos de organização e de gestão que constituem entraves para o atendimento desse objetivo. Por isso, é necessário pensar em novas formas de estruturar as empresas, de maneira que as pessoas compreendam o negócio, assumam mais responsabilidades e trabalhem em equipe.
Ao procurar se estruturar por processos, as empresas descobrem a impossibilidade de sobrepor um processo integrado a uma organização fragmentada tradicional, baseada em funções e tarefas. Algumas empresas chegam a dar alguns passos nessa direção, mas desistem logo depois, sem saber ao certo como prosseguir. Para avançar neste propósito de forma consciente é necessário conhecer tanto os problemas dos modelos mais tradicionais, quanto os conceitos fundamentais da organização baseada em processos.
Estruturas convencionais têm algumas características anacrônicas, que podem comprometer seu desempenho em contextos competitivos.  Estas dão prioridade às funções (áreas verticais), em detrimento dos processos essenciais e exageram na divisão de tarefas, ao adotar a otimização do funcionamento das áreas funcionais, levando à hiper-especialização.
A organização orientada por processos acredita que as pessoas trabalhem de forma diferente. Ao invés do trabalho individual, é valorizado o trabalho em equipe, a cooperação, a responsabilidade individual e a vontade de fazer melhor. Essa organização, através de seus cuidados, faz com que todos os funcionários entendam e se responsabilizem por eles, possibilitando, desta forma, que se desenvolva o sentimento de “propriedade do processo”.
A visão horizontal das empresas constitui uma forma de identificar e aperfeiçoar as interfaces funcionais, que são os pontos nos quais o trabalho que é realizado é transferido de uma unidade da empresa, para a seguinte.
Os processos de negócio ou de cliente são caracterizados pela atuação da empresa e são apoiados por outros procedimentos internos, resultando no produto ou serviço recebido pelo cliente externo. Eles são ligados à essência do funcionamento da organização e são característicos da empresa.
Os processos essenciais para obtenção dos produtos ou serviços, que são oferecidos aos clientes, são tipicamente processos de agregação de valor e seu bom desempenho é crítico para o resultado da empresa.
Existem vários estágios na evolução de uma empresa em direção à organização por processos.
Quando a empresa se encontra em um deles, pode decidir passar para outro que seja mais adequado às suas operações e perspectivas. Algumas empresas realmente evoluem de um estágio para outro, ao longo de um trajeto; outras passam diretamente de uma posição pouco evoluída para outra bem mais avançada. Nesse sentido, é importante ter uma referência que funcione como mapa de navegação.
Nas organizações mais tradicionais, os processos geralmente são ignorados. Há uma premissa de que os funcionários devem ter foco restrito e realizam suas tarefas sob o comando de seus chefes. A visão mais ampla cabe aos gerentes. São empresas que ainda precisam passar por uma etapa de conscientização a respeito do assunto.
Há empresas que têm seus processos e sub-processos identificados, porém o foco do esforço ainda está centrado nas funções. Seus processos são enquadrados na estrutura funcional e elas geralmente empregam formas de trabalho convencionais. As empresas dessa categoria enfrentam como desafio o mapeamento de seus processos e a identificação dos processos essenciais em torno dos quais se organizarem.
Há, também, empresas que, embora já tendo identificado seus processos e melhorado os essenciais, ainda raciocinam por funções. Nestas, o poder ainda se concentra nas unidades verticais, que resistem fortemente à idéia de “horizontalizar” a gestão. Geralmente, o que tentam é aperfeiçoar seus processos essenciais, acrescentando a eles tecnologia, e eliminando as atividades e funções que não agregam valor para o cliente final. Podem buscar novos critérios para redistribuir seus recursos, de preferência em função dos seus processos essenciais e não das unidades verticais, e atribuir cada processo essencial a um process owner.
As empresas que já tomaram todas as providências das etapas anteriores. Geralmente, elas distribuem seus recursos ao longo de seus processos essenciais e atribuem a responsabilidade da gestão de cada processo essencial a um process owner. No entanto, ainda trabalham com estruturas convencionais e, apesar de estarem começando a obter resultados, a ênfase em processos provoca um alto desconforto na organização. Elas podem aperfeiçoar bastante o desempenho de processos isolados integrando-os aos processos auxiliares.
Por fim, existem as empresas que já foram arquitetadas pela lógica dos processos essenciais. Geralmente são empresas novas e já surgem dentro de novos referenciais de organização e de negócio. São capazes de realizar a gestão integrada e de colher os resultados dessa integração.

Muitas empresas não estão se preparando para uma estrutura por processos, embora tenham chances conseguir bons resultados, simplesmente porque nunca pensaram no assunto. Talvez elas pudessem optar por essa alternativa, se percebessem que parte de suas dificuldades, ou de seu insucesso, se deve à forma como são organizadas.

KARL MARX E A HISTÓRIA DA EXPLORAÇÃO DO HOMEM

  KARL MARX Nasceu em Treves, na Alemanha (1818-1883). Doutorou-se em Filosofia. Foi redator de uma gazeta liberal em...